domingo, 31 de dezembro de 2006

[ Testemunhas PopStars? ]

Se há uma prática que alguns irmãos costumam fazer, que eu destesto - assim como muitas Testemunhas de Jeová razoáveis - é a famosa caça aos astros, pessoas famosas que supostamente são ou já foram servos do Deus Altíssimo. Não sei qual o motivo por detrás de tudo, mas já ouvi de tudo. A lista vai de Gugú Liberato, Elza Soares, Fábio Junior, Roberto Carlos, Alexandre Pires, enfim, umas trocentas pessoas famosas que hoje supostamente são desassociados.

Brincadeiras à parte, ontem recebi um arquivo em MP3 de uma gravação supostamente atribuída a George Benson e Celine Dion, do cântico 54 (que achei muito bonito por sinal). A pessoa que me enviou foi logo adiantando: "olha a canção que George Benson e Celine Dion gravaram do cântico 54, depois que eles se tornaram Testemunhas de Jeová!". E eu fiquei me perguntando até onde as pessoas afirmam uma coisa que elas não sabem, ou se pelo menos, se deram o trabalho de pesquisarem melhor.

Um site americano chamado "Famous Adherent" traz uma lista de astros internacionais e suas atuais (ou ex) religiões, e nela há uma seção só para as Testemunhas de Jeová. Ali traz nomes que me surpreende, e nem sei se são verdades, mas que segundo eles astros como a ex Spice Girl Geri Halliwel, as tenistas Serena e Vênus Williams, a atriz de "Lost" Michelle Rodriguez, a supermodelo Naomi Campbell, ao cantor de rap Ja Rule são alguns dos que eram servos de Jeová.

Na verdade, eu não sinto nenhuma curiosidade em buscar estas informações, e mais ainda de sair divulgando-as como se fosse uma grande boa nova que precisa ser contada pra todo mundo. Não é um tipo de marketing que a Associação busca para ela, principalmente de tudo que ela sofreu no episódio envolvendo a família Jackson, principalmente seu maior astro, Michael Jackson, que trouxe muito vitupério ao nome de Jeová durante muito tempo.

O que me chamou a atenção foi apenas um arquivo em MP3 que recebi com a versão do cântico 54 supostamente gravada por George Benson e Celine Dion. Não sei quais foram as circunstâncias motivou-o a gravar essa canção - que ficou linda, vale frizar - uma vez que o Escravo não costuma dar tais autorizações, mas decidi pesquisar um pouco na Net e vê se descobria informações. Achei muitas informações vagas que às vezes são alardeadas como verdadeiras.

No caso de George Benson, existe uma entrevista onde ele afirma que é Testemunha de Jeová por 25 anos e se reúne num Salao do Reino no Havaí. No entanto, é estranho que no site oficial dele não há nenhuma menção sobre isso e mais ainda, ele se mostra mais ativo do que nunca, com uma agenda cheia para 2007 e concorrendo a prêmios diversos. Prince, igualmente, foi visto se declarando Testemunha de Jeová, recebi algumas fotos dele num congresso e no programa Late Show, David Latterman fez uma brincadeira depois de anunciar que Prince tinha sido visto pregando de casa em casa. Paradoxalente, Prince continua fazendo shows e lançando álbuns.

O fato é que o nome destes astros, de alguma forma, tem sido relacionado à nossa Organização, no entanto, em vez de beneficiar, tem trazido um propaganda negativa. Toda vez que se fala nos deslizes da família Jackson, lembram que eles foram criados pelas Testemunhas de Jeová. Todo novo assunto envolvendo Prince, sempre fazem uma piadinha sobre ele ser Testemunha de Jeová.

Assim, quando as pessoas me perguntam, prefiro dizer que não sei, afinal, eu moro no Brasil e nunca vi nenhum deles assistindo congressos que eu participo. Assim, se eles são, ou não, não é problema meu.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

[ Qual seu Dom? ]

O apóstolo Paulo falou de dons, que cada um possuía, que se caracterizariam os servos de Jeová individualmente e que eles seriam abençoados por buscar aprimorá-los cada vez mais. [1 Cor. 7:7] Assim, pergunto novamente qual o seu dom?

Alguns tem o dom de pregar e são pioneiros exemplares nestes sentido, outros tem o dom de proferir excelentes discursos, alguns outros tem o dom administrativo, ou seja, fazem o trabalho administrativo da congregação como ninguém, uns gostariam de estar num território isolado, outros acham melhor continuar numa grande congregação cuidando dos rebanhos urbanos, outréns preferem servir em Betel, enfim, cada um com seu dom, cada um com sua peculiaridade e servindo a Jeová como um todo.

O que é mais interessante é que Paulo nos deu uma visão bastante singular sobre este assunto. Embora precisemos melhorar em todos os aspectos da nossa adoração, o dom nos faria ser melhor em algo e não necessariamente em outro. Por exemplo: uma pessoa pode ser um ótimo pregador das boas novas mas por não saber lidar direito com as pessoas pode não ser um bom ancião por exemplo; ou então ele pode se sair melhor proferindo discursos bíblicos numa congregação emocionando e incentivando a todos, mas não ser tão ágil assim com as palavras ao pregar e dirigir um estudo bíblico. Isso não é pecado; é biblico. Você apenas tem o seu dom. [1 Cor. 14:13-19]

No meu caso, por exemplo, me saio muito bem como orador, mas sou um péssimo pregador. Quando estou numa tribuna proferindo um discurso, parece que as palavras fluem naturalmente. Eu consigo olhar para cada rosto, cada pessoa sentada na assistência e saber exatamente aquilo que elas precisam ouvir. Tudo bem que toda vez que faço um discurso, concluo como um pacto com Jeová para que eu possa fazer isso da melhor maneira possível, segundo a Sua vontade [Mat. 26:39]

Por outro lado, não me acho um bom pregador. Alguns diriam que sim, porque sou comunicativo; mas não sou. Eu me embolo todo quando entro em situações de objeções, eu não sei quais as palavras certas, qual o texto mais adequado, eu não consigo encantar tanto das pessoas como consigo ao proferir um discurso. Ficava bastante triste comigo mesmo até que observei um irmão que é justamente o contrário de mim. As pessoas dizem que seus discursos não agradam, são fracos, que se esforçam para não dormir, no entanto como pregador, caramba, esse é irmão é fera! Tem horas que eu ficava olhando para ele admirando a forma como pregava, os textos corretos, adequados, ele sabia exatamente o que dizer e a hora em que dizer. Não é à toa que ele é pioneiro regular e possui varios estudos bíblicos.

Siginfica isso que ele deveria desistir da condição de orador público? Eu deveria dar adeus à minha de pregador das boas novas? Não. Estes são apenas os dons. Algo que não precisa ser aprimorado pois ocorrem naturalmente. Se possuímos estes dons, precisamos ajudar a outros neste sentido. Assim, conversa vem, conversa vai comentei: Fulano, eu fico maravilhado com sua forma de pregar... queria ser assim. Que é isso irmão, eu é fico admirado com seus discursos. Gentilezas pra lá, cavalheirismo para cá, chegamos a um consenso: Me dá umas dicas de como pregar e eu te dou umas dicas de como fazer um bom discurso.

E assim vamos utilizando nossos dons para fazer aquilo que é mais importante em nossas vidas: procurar o melhor meio de adorar a Jeová e glorificar seu filho, Jesus.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

[ Os melhores do Rock & Pop ]

Final de ano e todo mundo gosta de fazer sua lista de melhores do ano. Por que não fazer a minha também? Apesar do meu gosto pessoal ser bastante impopular, acho que podemos concordar com algumas coisas no âmbito musical do cenário pop rock.

Vejamos, este ano foi uma decepção, o cenário nacional do Pop Rock. Tivemos muitas "revelações" de bandas, que nada mais eram do que cópias mal feitas daquilo que o CPM22 já faz batido e rebatido. Surgiram poucas bandas com algo novo, algo diferente, que pudesse se destacar e não serem apenas mais uma.

No âmbito internacional, apesar das porcarias chamadas Hip Hop, com Beyoncé-ruim e Pussiargh Dogs da vida, tivemos algumas boas surpresas no rock. Até então o rock era dominado pelo cenário britanico, já que o rock americano estava na mesma mesmice tupiniquim. Mas os estadudinenses tomaram jeito e nos deu boas supresas este ano.

Aqui vai minha listinha básica:


PERSONALIDADE NAC.: Pitty. Anda um pouco mascarada, mas foi a unica que manteve uma personalidade forte.

PERSONALIDADE INT.: Madonna. Apesar dos seus quase 50 anos, continua chique, forte e imbatível.

PERSONALIDADE CHATA NAC.: Armandinho. Fez sucesso com musicas idiotas feitas quando cheirava orégano à noite. Quando abre a boca...

PERSONALIDADE CHATA INT.: Bono Vox. Por que ele não monta logo uma igreja? Ô cara chato!

MAIOR IMBECIL: Caetano Veloso. Depois de "namorar" com Axé Music, Funk e outras porcarias, fez um disco metido a rock. É um típico sem-personalidade.

MAIOR IMBECIL INT.: Justim Timberlake. Depois de ser boyband, resolver mijar com a turma do hip hop.

BANDA NACIONAL: Los Hermanos. Criatividade em alta com um som ágil sem querer agradar as FM.

BANDA INTERNACIONAL: The Strokes. Fez um excelente álbum sem mudar seu estilo.

DISCO NACIONAL: 4, do Los Hermanos.

DISCO INTERNACIONAL: Jack Johnson, com a trilha sonora de "George, o curioso".

DVD NACIONAL: CPM22. Puro rock, simples e puro.

DVD INTERNACIONAL: High School Musical. Acreditem, eu gostei pra caramba.

MUSICA NACIONAL: "Queimem as Bruxas", Pitty.

MUSICA INTERNACIONAL: "Smile" de Lily Allen.

VIDEOCLIPE NAC.: Com tanta falta de criatividade, ficou difícil, mas o clipe "1997" do Hateen ficou bem legal e bem feito.

VIDEOCLIPE INT.: "Smile" de Lily Allen. Mostrou tudo que as meninas traídas gostariam de ter feito com seus ex-namorados.

REVELAÇÃO NAC.: Perla... brincadeira!!!! Num teve, sério, tô dizendo que o cenário nacional tá fraquinho?

REVELAÇÃO INT.: Scissor Sister. Sempre achei que Bee Gees eram únicos, até eles aparecerem.

SHOW NACIONAL: Nenhum de Nós, no Parque de Exposições de Brasília (o único que fui esse ano, snif!)

SHOW INT.: Pelo que vi na TV, o Show do Daft Punk no TIM Festival.

MICO NACIONAL: Felipe Dylon, ainda fingindo que canta.

MICO INT.: Separação de Paul MacCartney e sua esposa Heather Mills (quem mesmo?).

sábado, 23 de dezembro de 2006

[ Natal? Que Natal? ]

Eu detesto o Natal. Se eu não fosse Testemunha de Jeová, eu detestaria do mesmo jeito, sem um motivo básico, mas odiaria. Sabe o que eu não gosto do Natal? O famoso espírito natalino falso e hipócrita que só acontece uma vez por ano massificado pela mídia. Teremos Xuxa fazendo caras e bocas, especial do Roberlto "Argh" Carlos, especiais de natais sem graça da Blogo e outras TVs, enfim, uma festividade do pé no saco.

Assim, não preciso nem fazer muitas cerimônias para explicar que não gosto do Natal e que por isso não vou desejar boas festas e nem feliz ano novo. No máximo ouço algumas piadinhas mas permite-me apenas poder dar testemunho. Engraçado foi um colega meu dizer que sou terrorista muçulmano, outro disse que sou judeu e que festejo o Hanuká (uma versão natalina judaica).

Mas enfim, como lider de uma equipe consegui sobreviver sem aparecer a três amigos secretos, sem precisar desejar feliz natal pra senhor ninguém e em algumas delas, pude dar explicações contribuindo com pelo menos 1 hora para o meu precioso relatório de final de mês.

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Não assistam High School Music. Vicia! Incrível como um programinha tosco adolescente da Disney Channel conseguiu me pegar pelo ouvido. As músicas são bem legais, grudam no ouvido e não sai da cabeça. A mais linda é "When there was me and you" cantada pela outra linda Vanessa Hudgens, revelada pelo filme e que já emplacou no Multishow em primeiro lugar com sua canção de estréia e já vendeu 25 milhões do seu single só nos Estados Unidos.

Não precisa dizer que compreio o DVD do filme, com a trilha sonora de brinde.

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"I can't believe that
I could be so blind
It's like you were floating
While I was falling
And I didn't mind...

Because I liked the view
I thought you felt it too
When there was me and you"

= Vanessa Hudgens =

domingo, 17 de dezembro de 2006

[ Minhas reuniões maravilhosas ]


"Eis que quão bom e quão agradável é
Irmãos morarem juntos em união" - Salmo 133:1


Agradeço todos os dias ao meu Deus por fazer parte da minha congregação; por assistir regularmente estas minhas reuniões maravilhosas. O estudo da revista desta semana tocou num assunto que bem sei como funciona. Dia de reunião para mim são sempre especiais, esses dias nascem com um e brilho peculiar. No meu caso, todas as terças, quintas e domingos nascem com uma cor diferente das demais.

Além dos motivos óbvios, descritos no estudo, que transformam as reuniões em eventos sagrados e a oportunidade de adorarmos a Jeová e glorificarmos seu filho Jesus Cristo, há o aspecto destacado pelo apóstolo Paulo ao se dirigir aos cristãos em Jerusalém no livro de Hebreus 10:23-25: o estímulo que dá vemos os irmãos reunidos como congregação. Ver que todos estão ali, como você, para adorar a Deus e que todos, assim como você, se esforça com o mesmo objetivo. Que você não está só.

Gosto das reuniões porque me alegram, gosto de rever a turma, de rir com as piadas dos caras ou curtir com a cara deles que vivem brincando um com o outro e até gozando da cara um dos outros. Cada um deles com sua característica, com seus defeitos e virtudes que transformam-nos em únicos. Gosto de ver minhas veínhas, sim, minhas velhinhas irmãs idosas que tem um papel especial em nossas vidas. Impossível não rir das tiradas da irmã Lucinda, ou das piadas da irmã Júlia ou ver o sorriso da irmã Osana, sim, elas tem um lugar especial na "vida" de nossa congregação.

Tem também as crianças, puxa, Ronan é um amor de menino, impossível não se apaixonar por ele, principalmente quando ele, parecendo um mocinho, faz questão de cumprimentar a todos no Salão do Reino. E quando eles comentam? Parecem adultos e não se contentam mais em apenas dizer "Jeová"; agora eles querem ler uma frase inteira. É uma pena que na divisão, a maioria das crianças ficaram no lado de lá.

E nossas jovens irmãs? É como se fossem nossas irmãs carnais; inclusive com as mesmas picuinhas típicas de irmãos, quando criticamos gostos, modo de vestir, machismo, feminismo, afins e no final rolam os velhos comentários básicos "vocês homens são uns metidos", "vocês estão encalhadas!". No final tudo vira motivo de riso e de brincadeiras.

E os anciãos? Impossível não amar a direção do estudo da revista por Moisés; é incrível como ele consegue deixar os irmãos à vontade. Quando a reunião começa a ficar maçante ou formal demais, ele faz uma tirada, uma pequena brincadeira, e logo todos estão despertos novamente. André Júnior, não teve jeito, teve que aguentar o apelido que os meninos colocaram de "meu filho", afinal se André é Júnior, eu devo ser o pai dele. Ninguém poderia ser melhor designado para ser o Superintendente de Serviço que o irmão Nindemar, chega ser um exemplo o amor que ele possui pelo ministério de campo. Cada um com seus defeitos, cada um com suas qualidades, juntos, formam o melhor corpo de anciãos que existe, claro, afinal é de minha congregação.

Enfim, reunião é isso. É o lugar onde nos vemos como família, como congregação, servindo e sendo servido. Tenho certeza - e espero isso - que seja o mesmo sentimento que você tem por sua congregação. Se não possui, tá na hora de começar a avaliar a si mesmo e começar a ter. Porque reunião é um aspecto permanente de nossas vidas. Virá a grande tribulação, o armagedom, os mil anos, novos rolos, novas orientações, mas nossas reuniões continuarão maravilhosas como sempre.

sábado, 16 de dezembro de 2006

[ Batman inspira consultor da polícia americana ]



O rabino e consultor da polícia federal dos Estados Unidos Cary A. Friedman se inspirou nos ensinamentos do Batman para inspirar agentes do FBI a se prepararem espiritualmente para o combate ao crime, de acordo com entrevista para a revista Wizard.
Para Frieman, as frases de Batman definem perfeitamente a moral de um defensor da justiça. Friedman é especializado em textos e cursos para ajudar agentes da lei no lado espiritual e seu quinto livro aborda a "filosofia" do homem-morcego.

De acordo com ele, os agentes são consumidos por aquilo que vêem na vida profissional, o pior do ser humano. "Eles vêem coisas que atacam sua fé na capacidade de mudar o mundo, e ficam muito desencorajados. Eles precisam abastecer suas reservas espirituais de alguma forma, e aí se matam ou se embebedam ou se divorciam. Fazem de tudo", relatou o rabino à revista.

Sobre Batman, o autor argumenta que se trata de um herói que não tem super-poderes. Portanto, com alguma dedicação, qualquer um poderia ser um vigilante e defensor da justiça como ele. Com seus pensamentos e ensinamentos, como as lições para Robin, diz Friedman, ele pode inspirar quem defende a lei diariamente.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

[ Mamãe não passou açucar em mim ]

Esta semana começou a Campanha Interna de Prevenção de Acidentes e como de praxe, vieram os exames de rotina: pressão arterial, diabetes e colesterol. Nunca me preocupei com isso, embora minha mãe seja hipertensa, tenha diabetes e o colesterol alto. Apesar disso sempre vivi sem limites. Me entregoao churrasco nosso de cada dia sem dó nem piedade, e quem me negar aquela parte da gordura estará buscando briga para 100 anos. Meu suco, café ou qualquer coisa que eu bebo doce, recebe dose cavalares de açucar. Certa vez uma irmã se assustou quando viu eu ultrapassar o numero de colheres de açucar em um único copo de 300ml. Com relação à pressão arterial; no problem, afinal precisa ser muito macho para tirar o meu bom humor e deixar-me estressado. No entanto...

PRESSÃO ARTERIAL: 12 POR 9

Não entendo nada disso, mas diz o médico (na verdade não sei se ele é medico, mas pelo menos estava vestido de branco) que é bom.

COLESTEROL: Num lembro

Esse eu não me lembro o que deu, mas ele também disse que estava bom.

AÇUCAR NO SANGUE: 99

Ixi... esse pior ainda. Ou melhor, melhor ainda. Dizem que pelo menos duas horas depois do almoço a taxa deaçucar pode chegar aos 200. O meu deu apenas 99.

Resultado: Ganhei uma camisa do CIPA (que eu não vou usar porque não vou fazer propaganda da minha empresa e de mais 10 puxa sacos na minhas costas), um chaveiro e um coraçãozinho para ficar apertado o dia todo.

Não é lindo isso? Será que virei emo?

domingo, 10 de dezembro de 2006

[ Sábado Animado ]

07:40 - Caminhada até a Central de Distribuição dos Correios. Minha encomenda não chegou.

08:45 - Serviço de Campo. Estou como Pioneiro Auxiliar este mês, depois de mais de um ano. Consegui fazer até agora o dobro do que faço todo mês. Incrível!

12:00 - Filando a bóia na casa de meu pai Moisés, de quebra sempre rola umas piadas, falação da vida dos outros, questionamentos biblicos, análise da congregação, futebol, essas coisas, não necessariamente nesta ordem.

14:00 - Estudo do seu Luiz. Convido ele pela milionésima vez para ir ao Salão e ele pela milionésima vez inventa uma desculpa. Mas estudante é assim, sempre paciência e perseverança, não rola.

15:00 - Cortar o cabelo.

16:00 - Assisti "Sorte no Amor" que loquei em DVD. Legal!

18:00 - Moisés me chama para assistirmos "Ela dança, eu danço" no Park Shopping.

19:00 - Moisés não tem um dinheiro na carteira. Coloco 20 pilas de Gasolina.

19:30 - Passamos no Aeroporto para alterar o horário do vôo dele para BH.

20:00 - Chegamos no Park Shopping e começa o assalto. O ingresso dos cinemas do Park Shopping custam 18 reais sem dó e nem piedade. Moisés continua sem dinheiro na carteira.

20:00 - Comemos um lanche no Bob´s. A carteira de Moisés nem...

21:00 - Começa "Eu danço, ela dança". Filme legalzinho.

23:37 - Chego em casa. Agora sou eu que estou sem dinheiro na carteira.

00:01 - Começo a marcar a revista. Estudo interessante sobre as coisas sagradas para os servos de Jeová.

01:37 - Vou dormir, depois de assistir a um pedacinho de "Garotas Malvadas" no Telecine Premium.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

[ Mulheres, não leiam!!! ]

Porque hoje falarei sobre futebol.

Desde que o meu time do coração - Vitória - desceu ao inferno da série C decidi que não falaria mais sobre o esporte querido por 09 entre 10 homens brasileiros. Mas como também estabeleci uma meta de que em 2008 eu voltaria a fazer comentários sobre o Vitória, já que ele estaria de volta à Série A do Brasileirão, resolvi escrever alguma coisa hoje já que metade desta profecia foi cumprida.

Vitória - Seja Bem Vindo de volta à Série B


Nem a sonora porrada de 6 a 0 levada domingo em Criciuma ofusca o brilho de retornar ao purgatório do campenato brasileiro. Mas o céu é o limite, e o paraíso da Série A em 2008 já foi 50% conquistado. No ano que vem não teremos Atlética-MG no caminho e, ainda bem, o Fluminense também. A meta é pegar carona no exemplo do América de Natal, que subiu consequentemente da série C para B e este ano conseguiu voltar à elite.

Com a situação desenhada nas três divisões do campeonato brasileir, posso estabelecer alguns parâmetros:

:: Vou assistir o jogo do Vitória duas vezes aqui em Brasília - contra o Brasiliense e com o coração dividido, contra o Gama.

:: Não vou poder assistir o jogo do Vitória em Goiânia, já que o Vila Nova foi rebaixado para a série C, aí seriam três vezes.

:: Mas há a possibilidade de ir para Ipatinga-MG, apesar de ser 7 horas de viagem cansativas.

:: No fim, o melhor mesmo é acompanhar os jogos pela internet e comentar no Orkut, na comunidade "Esporte Clube Vitória".

SUBIMOS.. NEGÔÔÔÔ!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

[ Sunshine ]

Segunda-feira. 6 horas da matina. Inicio de semana e você se dirige para um trabalho estressante, cansativo e......olha o por do sol.




A foto acima foi tirada do por do sol de Brasília. Quão lindo é o sol. Eu tenho esse privilégio de seguir do Gama até o SIA vendo o nascer do sol. Tem um momento em que as ávores do Setor de Mansões dá um efeito paralisante mesclando com o laranja do sol nascente. Já falei uma vez como é reflexivo olhar para o sol. É como se por um momento o mundo parasse, os problemas fugissem, como se voce estivesse voando, flutuando.


"I can see clearly now the rain is gone.
I can see all obstacles in my way.
Gone are the dark clouds that had me blind.
It's gonna be a bright, sunshiny day!"

+ Jimmy Cliff +

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

[ Achegue-se a Deus ]

O estudo de livro desta semana nos relembrou de uma coisa muito importante. Precisamos nos achegar a Deus com sinceridade, humildade e vê-lo como a um amigo, uma pessoa real, que existe, vive e está ao nosso lado todo tempo. Parece coisa comum a cada um de nós, mas acredite, não é. Lamentavelmente às vezes caíamos na rotina do dia-a-dia, da massificação, da relatividade e assim, acabamos vendo Jeová como um Deus distante, um ícone bem ao longe no céu. Quando isso acontece, nossa vida como cristão cai na rotina e fica afetada pela marginalidade.

Algumas pessoas dizem que quando estamos perto de cair num buraco a primeira coisa que geralmente é afetada é a participação no serviço de campo. Na verdade não é. A primeira coisa que muda, é nossa relação com Jeová por meio da oração. Uma pessoa é capaz de ficar irregular no serviço de campo por vários motvos e mesmo assim não perder sua fé e não transigir em suas leis, embora às vistas da aperência, ela será sempre tachada como fraca.

No entanto, quando a pessoa está se afastando de Jeová, a primeira coisa que se reflete é a oração. Oração deixa de ser sincera: vira rotina, mesmas palavras, mesmos gestos, mesma hora, religiosamente! Palavras ao vento, automáticas como um robô, mas sem coração, longe.

Como ex-evangélico, nasci dentro do conhecimento da Bíblia, mas sempre tinha Jeová como um deus distante. Eu não tinha simples temor, eu tinha medo. Quando comecei a estudar a bíblia e conheci esse Deus amoroso que é Jeová, aprendi a vêlo como um amigo. Como uma pessoa real que está ao meu lado todo tempo, e por isso mesmo, capaz de se alegrar com meus acertos e se entristecer com os meus erros. Quando vi que precisava falar aos outros por meio da pregação, acolhi como uma coisa normal. Nunca tive vergonha de sair no campo ou de me declarar como servo do Deus altíssimo. Por isso, minhas horas no serviço de campo nunca pôde ser usada como pre-requisito para analisar se eu estava bem ou mal espiritualmente.

Eu comecei a perceber isso, quando descobri que minhas orações estavam se tornando automáticas. Orava a Jeová regularmente e religiosamente todas as noites, todos os dias antes das refeições, e só. Comecei a perceber que ao contrário da ilustração da relação entre amigos, exemplificada no parágrafo 4 do capítulo 17, minha conversas estavam diminutas, diferente. Eu costumava conversar com Jeová praticamente todo o tempo; não era mais assim. E foi dessa forma que meu sinal de alerta acionou. Então vejamos: minhas horas no campo estavam ótimas, por sinal bem acima da média do país, meu estudo pessoal firme, minha leitura da Bíblia como sempre, mas algo faltava. Eu precisava voltar a me achegar mais a Deus. Eu sentia que necessitava disso. O estudo desta semana me lembrou disso.

Obrigado Jeová, por me relembrar dessa necessidade mais uma vez. Obrigado Jesus Cristo, por tornar realidade essa aproximação.