segunda-feira, 26 de março de 2007

[ Contagem Regressiva ]


Faltam 8 dias para eu rever minha cidade linda...

Onde me encontrar em Salvador? Siga a seta "Aqui". Vai dar em Fazenda Grande IV. É só ir lá e me encontrar.



domingo, 18 de março de 2007

[ Alguém que te faz sorrir ]



E hoje eu estou aqui
Sem ter lugar pra ficar
Escrevendo canções pra que
Você possa escutar
Com outro alguém do seu lado

Alguém que te faz sorrir
Alguém que vai te abraçar
Quando a escuridão cair
Te impedindo de me enxergar
E eu que hoje estou aqui
E pra sempre vou ficar
Segundos antes de dormir
De mim você vai lembrar

Tente me ouvir
Tente me ver



sábado, 17 de março de 2007

[ Você já foi traído? ]

Se sim, sabe da dor que é ser trocado por alguém ou apunhalado por uma pessoa que você confiava. A dor da traição é talvez uma das mais fortes e marcantes na vida de uma pessoa. Por isso sempre tento ser fiel, na medida do possível, às pessoas que eu gosto e que considero importantes em minha vida.

Mas hoje quero falar de um tipo de traição diferente: traição a Jeová! Um das coisas ditas pelo Escravo Fiel e Discreto que mais marcaram a minha vida foi quando no estudo da Sentinela de 1º de maio de 2002 ("Jeová odeia a traição") no subtítulo "Casamento com alguém descrente", o relacionamento com pessoas que não servem a Jeová foi comparado a uma traição. Sempre soubemos disso, mas a forma como foi colocada despertou minha atenção.

Este mês, no próximo dia 30, completo exatos 1,4 anos que não namoro com ninguém. Alguns dizem que estou escolhendo demais, outros que estou ficando encalhado (como se varões pudessem ficar encalhados na Organização), mas a verdade é que estou escolhendo mesmo. Não vou iniciar um namoro com alguém só porque achei bonitinha. Quando for, será com alguém que eu tenha certeza absoluta que aprendi amar e que desejo que fique ao meu lado for long time. Então, embora algumas vezes apareçam "pretendentes" que alguém sempre quer apresentar para mim, no momento prefiro continuar tranquilo no meu canto.

Mas o mais difícil mesmo é lidar com a pressão do mundo. Trabalho em um cargo de chefia num Call Center com mais de 1.300 operadores de Help Desk, destes 80% de meninas pós adolescentes com os hormônios à flor da pele. Lidero uma equipe de 40 operadores com a mesma proporção feminina. Lido todos os dias com cantadas, conversinhas de duplo sentido, "alguém que quer saber qual o meu caso" e coisas assim. Não que eu seja bonito, mas sabemos que no mundo, homem que não é descarado e dando sopa, é coisa rara até mesmo para algumas mundanas que desejam casar como qualquer outra. Como lido com isso? Arduamente!

Não que eu seja a pessoa mais certinha do mundo, longe disso, mas porque toda vez que meu coração tenta me enganar, me lembro das palavras da revista acima mencionada. E não é fácil; às vezes você entra num momento de carência adicionada com a sexualidade masculina que costuma aflorar numa facilidade grande e você acaba tendo pensamentos impuros. Tem garotas que às vezes sabem dizer a palavra certa que desperta seus desejos e é neste momento que sua fé é testada. Aí torço logo que chegue o horário do almoço, porque neste momento me encontro com Jessica, Roberto e Joseval (três irmãos que trabalham no mesmo bairro) no Restaurante do SESC, começamos a conversar coisas da Organização, fofocamos às vezes, e meu ponto de equilíbrio retorna ao lugar. Aliás, desde que decidimos fazer oração coletiva no restaurante, as coisas melhoraram muito.

Uma vez, tive uma paixonite por uma pessoa. Fiquei totalmente encantado, até porque ela era evangélica, e portanto, tinha alguns princípios bíblicos, mesmo que deturpados. Era especial, carinhosa, atenciosa, parecia que tínhamos uma química perfeita um para o outro, às vezes passávamos horas conversando sem perceber o tempo passar. Foi um dos momentos mais difíceis de minha vida, porque em determinado momento cheguei a pensar "porque não?".

Mas como Jeová é maravilhoso e sabe nos socorrer na hora certa, nos momentos de perigo, um dia Jéssica apareceu no restaurante justamente com a revista que falava sobre a traição. "Pra que essa revista?", perguntei. "É pra levar para uma amiga minha, que está se envolvendo com um rapaz lá na faculdade...".

Então eu, Roberto, Jessica e Joseval começamos a falar sobre o assunto: pessoas que casaram com descrentes e se arrependeram, o estilo de vida que eles levavam, a culpa, a consciência, derrepente começamos a falar nas coisas que perderíamos, na associação com os irmãos, na decepção nos olhos de nossos pais, de irmãos que confiavam na gente, lembrei dos momentos de alegria como o batismo, o primeiro discurso, enfim, uma conversa ótima o suficiente para colocar meus pés no chão mais uma vez. Plagiando o Rei Davi, percebi que o amor que eu sentia por Jeová e seu filho Jesus Cristo era mais agradável do que o amor das mulheres. Eu não ía ser o responsável por fazer Jeová sentir da dor da traição.

Ainda continua sendo difícil como é para muitas pessoas. Mas se você se deixa levar pela primeira tentação que chega à sua frente, como você pode dizer que ama a Deus de verdade?

sábado, 10 de março de 2007

[ 1997 ]

Essa música do Hateen bem que poderia ter sido escrita por mim. Eu só mudaria o ano..



Mil novecentos e noventa e sete
Novembro ainda me lembro
Era fim de ano eu não tinha nada e você um novo emprego
Foi quando tudo aconteceu
A vida era difícil mas juntos tudo estava bem
Algumas brigas claro mas isso é tão normal quando se quer alguém
Como eu quis você

Eu quis matar todos seus amigos
Falsos e fingidos que sorriam ao me ver
E encontrava companhia num copo de bebida, um cigarro ou outra droga qualquer
Já que eu não tinha mais você

Reaprender o caminho pra casa não foi algo tão simples
Nos primeiros dias eu me perdia nos meus passos sem você, eu mal sabia o que fazer
De vez em quando a gente se encontrava nas escadas eu tentava dizer algo e você sempre dava risada, tudo vai acabar bem

Quase dez anos depois
Eu consigo entender
Que eu tinha que continuar fosse com ou sem você
Nem sei como cheguei aqui
Mas saiba que eu estou feliz
A sua falta quase me matou, hoje eu tenho tudo o que eu sempre quis

1997, ainda me lembro de tudo o que eu quero esquecer

terça-feira, 6 de março de 2007

[ Convite à Comemoração ]

Já falei para vocês que conheci a verdade por meio da Comemoração? Achei muito interessante a campanha para o convite do Memorial deste ano, quando o escravo nos incentiva a fazer o convite até 5 minutos antes da reunião da Refeição Noturna do Senhor. Eu, por exemplo, conheci a verdade sendo convidado "5 minutos" antes de começar a Comemoração.

Quem iria era minha mãe, convidada por uma colega de escola dela, que é irmã nossa. No dia da Comemoração, havia tido um assalto na padaria da esquina, e como minha mãe havia ficado com medo, pediu para eu levá-la até a porta da Escola onde se reuniria os irmãos. Estava lá eu de shorts, sandálias havaianas e camiseta, quando aquele que seria o meu instrutor me pegou pelo braço e me convidou: "Vai ser rapidinho, é só uma hora de reunião, aí você aproveita faz companhia para sua mãe na volta".

Pensei, pensei... não ia fazer nada importante mesmo, decidi assistir. Dali, veio o convite para uma revisita, um estudo, e hoje, 18 anos depois, estou aqui como prova viva de que fazer um convite "5 minutos" antes pode dar certo.

segunda-feira, 5 de março de 2007

[ Lilly Allen, a menina má ]



Como sempre acontece todos os anos, a grande revelação do mundo pop rock nasce na Inglaterra, e em 2006 não foi diferente: "a" revelação se chama Lilly Allen, a menina má britânica que o tem de beleza tem de lingua afiada.

Lily não é marginal do showbizz; seu pai é um grande comediante de Londres e sua mãe uma produtora de cinema, mas foi somente ano passado que ela decidiu se lançar no mundo da música, ao lançar seu primeiro álbum "Alright, still".

A sua marca veio para abalar os alicerces da música mundial, com um estilo todo especial de ser, com misturas de rock dos anos 60, ska, rap e eletrônica, de uma criatividade de deixar qualquer músico no chão. Mas os destaques são as letras de suas canções, debochadas, irônicas, são um soco no estômago da cultura formal britânica, ao ponto de ser apelidada pelo jornal inglês Observer de "Lily, the Kid".

Por exemplo, o som melodioso e singélico de Alfie esconde uma crítica ao seu irmão, onde o adjetivo mais simples é chamá-lo de "vagabundo e maconheiro". Em LND ela traz à tona a sujeira velada da cidade onde mora. Em Smile ela é maquiavélica ao falar da traição do namorado e se vingar do jeito mais cínico possível.

Lily é assim, única. Madona declarou: "Ela é meio desbocada, mas adoro ela". Eu também, Madona. Eu também.

quinta-feira, 1 de março de 2007

[ Tinha que ser André! ]

Só ontem pude assistir ao DVD "Jovens perguntam - O que fazer da minha vida" lá na casa de Moisés, junto com os jovens de verdade, além de mim. O drama foi muito animador e comovente ao mesmo tempo, bem feito e bem dirigido, inclusive com boas interpretações, embora nossos irmãos não sejam atores. Mas tipo, o nome do protagonista tinha que ser André? Fala sério... naquela cena onde ele sonha com o sucesso com as pessoas gritando seu nome é engraçado. "André... vai André".

Quando jovem nunca tive problemas em escolher entre minha carreira e a Organização, muito pelo contrário, até hoje me contentei com o nível médio (embora meu cargo seja para nivel superior, e por isso mesmo tenha que matar um leão por dia), e recusei por causa da minha fé, afinal, naquela época não tinha tantas faculdades-pagou-passou como existem hoje. Assim, fazer faculdade siginificava perder reuniões, coisa que eu não faço hoje por nada deste mundo.

Gosto também da cena da Assembléia, mostra o orador e entrevistados bem à vontade, sendo realmente entrevistados, ou seja, as palavras fluem naturalmente e não como um discurso decorado. ("Bem irmão, eu sempre me lembro de Eclesiastes 4:9 que diz... quando estou na escola, porque..."). As entrevistas feitas com jovens da Inglaterra, Estados Unidos, Brasil e Alemanha também foi muito bem feita; principalmente porque foram naturais, principalmente os brasileiros.

Nas cenas do bônus, onde mostra um jovem vivendo situações no serviço de campo, é divertido e arranca algumas gargalhadas. Enfim, o Escravo mais uma vez está de parabéns. O DVD é uma das melhores coisas que a Classe Ungida preparou para os jovens. Pena que é dublado (taí uma coisa que os irmãos ainda não são bons: dublagem) mas como o mais importante é examinarmos o que de proveito podemos tirar, o DVD é excelente. Espero que muitos possam ser ajudados por ele.