terça-feira, 30 de junho de 2009

Filhos de MJ poderão ser Testemunhas de Jeová

Os filhos de Michael Jackson, Michael Joseph Jr., Paris Michael Katherine e Prince Michael II, pediram para viver com a avó Katherine Jackson. Katy, é Testemunha de Jeová, e provavelmente tentará inculcar na mente dos netos a verdade sobre o Deus Todo Poderoso.

"Fontes dizem que as crianças querem continuar a viver com Katherine Jackson na casa da família em Encino (na Califórnia)... só ela poderá ajudá-las a entender quem era seu pai e ensiná-los a viver com as atenções voltadas a eles", publicou o site TMZ nesse sábado.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Michael Jackson - Serviço de Campo com barba?

Ainda sobre sua vida como Testemunha de Jeová, um dos dois livros conta uma das artimanhas que Michael Jackson fazia para sair no serviço de campo, sem ser reconhecido e importunado pelos fãs. Usar uma barba!

(Eu, sinceramente, não lembro agora em qual livro, se "Biografia Não Autorizada" ou "Da magia à loucura" que li essa história. Eu acabei doando os livros para uma biblioteca e agora fiquei na dúvida.)

Não, os irmãos em Indiana,sobretudo os anciãos, não aprovavam a idéia, mas como impedir o desejo de alguém de pregar? Embora a idéia não fosse agradável, mas autorizar era melhor do que impedir e depois serem acusados de estar atrapalhando alguém de falar sobre o nome de Jeová às pessoas. Decidiram fazer como Jesus Cristo fez várias vezes com seus discípulos: usaram o bom senso e não seguiu uma regra rígida. (Efésios 1:8; compare com Mateus 12:1-8)

No início até chegou a dar certo, mas logo quando alguém descobriu, a noticia se espalhou e acabou virando noticia nos principais jornais de Nova York. O problema era que a barba eram mal colada, além de ter uma aparência velha, enquanto Michael Jackson ainda era novo.

Numa das situações relatadas no livro, uma senhora disse que não gostava das Testemunhas de Jeová, mas logo reconheceu Michael e o convidou para entrar. Ouviu, ficou com todas as publicações e lhe ofereceu um lanche. Questionada se ela se tornou "Jeovista"? Ela: "Não! Eu sabia que era o Michael, tenho as publicações até hoje como relíquia, já me ofereceram um dinheirão por essas revistas."

sábado, 27 de junho de 2009

Michael Jackson - O inicio do fim

“Thriller” foi o álbum mais bem sucedido da música mundial após vender, em todo o mundo, mais de 65 milhões de cópias. A canção “Thriller” deu a Michael Jackson o título de Rei do Pop. Se para ele foi o nascimento de um artista, como Testemunha de Jeová era a o início da decadência que culminou em seu pedido de dissociação.

O livro Michael Jackson - A magia e a loucura, de J. Randy Taraborrelli, descreve que os dias que antecederam as gravações e lançamento do videoclipe, foram tortuosos para o astro que naquele momento dividia suas atenções ao recém estrelato e para com suas “obrigações religiosas”.

O livro diz, que mesmo diante do sucesso, Michael ainda "seguia fielmente sua religião evangelizando de casa em casa e frequentando o templo”, ou seja, o Salão do Reino. Essa vida dupla começava a incomodar os anciãos, que por motivos óbvios, exigiam de Michael uma postura mais discreta e firme como servo de Jeová. Por causa da gravação dos clipes e dos shows, Michael perdia muitas reuniões e com isso, alguns privilégios tinham sido retirados dele, o que o deixou bastante chateado, mas angustiado. Além disso, o prédio da Watchtower em Nova York, era cercado todos os dias de reporteres à procura de noticias da "Testemunha de Jeová mais ilustre da terra".

O limite chegou ao extremo com o lançamento do videoclipe “thriller”. Quando os anciãos souberam, por sua mãe, que o tema seria sobre mortos-vivos e lobisomens, logo o advertiram de que aquilo poderia trazer-lhe sérias consequências dentro da organização. Michael teria, num dia de desespero, tentado desistir de todo o projeto, mas a gravadora Epic, e o diretor de cinema John Landis, acabou convencendo-o do contrário diante de milhões já gastos na produção. Michael Jackson então decidiu que autorizaria a exibição do clipe, desde que algumas cenas fossem cortadas e que ao final, uma mensagem dizendo que ele não acreditava em mortos-vivos e que aquilo era apenas uma ficção, fosse incluída. Acordo feito com a Epica, sua gravadora, parecia que tudo estava resolvido, mas não estava.

John Landis, teria ficado bastante chateado e revoltado com essa decisão, que segundo ele seria jogar no lixo o seu trabalho, e por debaixo dos panos teria enviado à MTV o videoclipe completo, incluindo a mensagem no final. O estrago estava feito. Michael ficou bastante irritado, ameaçou processar o diretor, mas acabou se acalmando pela repercussão e sucesso do filme.

Depois da exibição de Thriller, o clima ficou tenso entre Michael e os anciãos de sua congregação. Várias reuniões tinham sido marcadas, e nas poucas vezes em que ele compareceu, havia tido muitas discussões e nenhuma solução. Michael não queria abandonar a congregação, mas o sucesso não lhe permitia ter uma vida normal, e ele gostava daquilo. Dois meses depois, após uma conversa com sua mãe Katherine que lhe deu um ultimato do tipo “ou escolhe o sucesso ou Jeová”, Michael Jackson escreve uma carta aos anciãos pedindo a sua dissociação.

Apesar da decisão, Michael caiu numa depressão que acabaria influenciando sua relação com algumas pessoas próximas, inclusive sua aparente distancia da família e um certo declínio dos álbuns posteriores, que mesmo após o sucesso de “Bad”, jamais lhe trouxe paz e alegria que ele sentiu durante o período entre os lançamentos de “In the wall”(1978) e “Thriller”(1982).

Para o mundo, “Thriller” foi o inicio do declínio criativo e de seu sucesso; para Jeová, foi o início do seu declínio espiritual.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Michael, te vejo no paraíso!


"O [verdadeiro] Deus é para nós um Deus de atos salvadores;
E a Jeová, o Soberano Senhor, pertencem as saídas da morte"
- Salmo 68:20





"Pois o salário pago pelo pecado é a morte, mas o dom dado por Deus é a vida eterna por Cristo Jesus, nosso Senhor"
- Romanos 6:23

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Minha vida e seus remédios

ATACAND

Meu caríssimo companheiro diário que ajuda a manter minha pressão arterial no seu devido lugar. Antes dele, o famoso aparelhinho de medir pressão, também chamado de esfignomanômetro, sempre dava 15-10 ou 15-11. Agora com meu amigo diário, as coisas estão tranquilas, tranquilas, calminha da silva. O que não é calmo é o preço desse meu amigo que chega às alturas e não possui um equivalente genérico.

CLENIL COMPOSITIUM

Eu tenho bronquite asmática, (só não me chame de asmático, porque odeio essa palavra) mais conhecida popularmente como Asma. Tenho também renite arlégica. Para amenizá-los já passei por vários remédios até descobrir que a fórmula mágica era uma mistura de dipropionato de beclometasona com sulfato de salbutamol. No inicio o mais popular se chamava Aerotide, mas a Glaxo inexplicavelmente parou de fabricá-lo. Depois descobri o Aerocort, então também deixaram de fabricá-lo. Agora uso o Clenil. “Você não tem medo dessas bombinhas?”. Como vou ter medo de algo faça minhas vias aéreas desinflamarem? Você já viu alguém com uma crise de asma? Sabe o que é passar o dia aspirando todo o ar do mundo e ainda assim se sentir sem ar? Qualquer coisa para me livrar disso!

CRESTOR

Meu mais novo companheiro que descobri a uns 5 meses quando um exame de sangue revelou que meu colesterol total estava batendo na casa dos 420 mg. Detalhe, o máximo recomendado é 130. Desesperado o médico falou: remédio + exercícios físicos. Nos dois primeiros meses o remédio diminuiu meu colesterol para 320. Isso significa que daqui há dois meses ele vai estar no seu devido lugar. E eu nem preciso de exercícios físicos! Engraçado é que toda vez que vou no meu medido ele pergunta se estou fazendo exercícios. Eu minto que uma beleza (sim, doutor, futebol nos finais de semana e umas caminhadas diárias), mas o fato é que fazer exercícios é muito cansativo. Então tome Crestor no corpo.

RIVOTRIL

Ele foi meu amigo por muitos anos. Na verdade fui apresentado a ele em 2002 no inicio de uma depressão. Era só para ficar uns tempos, mas ele foi ficando e aumentando. No inicio era 0,5 mg, depois passou para 2mg e antes que chegasse no 4mg eu falei: “Para com isso! A vida é muito bela para ficar com depressão.” Tinha uma vida negativista, a culpa é tudo, de todos, tudo é ruim, tudo é chato. Hoje, as vezes me sinto tentado a usá-lo para curar minhas insônias, mas o fato é que descobri que a vida é maravilhosa. Rivotril, espero, que nunca mais.





(!) Os remédios acima me foram receitados por um profissional. Não recomendo a automedicação e a utilização de nenhum deles sem a consulta de um médico, ou no mínimo, de um farmacêutico.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Vai uma Batata Doce aí?



Algumas pessoas que passaram alguma dificuldade na infância costuma ter um bloqueio ou repulsa quando chega à vida adulta com um relativo progresso financeiro. Tenho um amigo que não come ovo frito, porque segundo ele, lembra quando eles não tinham o que comer. Eu não sou assim; batata doce é um dos maiores símbolos da minha infância.

Eu amo batata doce desde a época em que por falta do que comer, mainha ia colhê-las na horta de uma irmã que morava uns 5km de nossa casa. Era batata de manhã, batata à noite, e às vezes até ao meio dia. Mas não achava ruim, gostava de batatas doce.

Batata Doce é uma raiz, muito comum e comestível no Brasil. É rica em carboidratos e contém ainda grande quantidade de vitamina A, além de vitaminas do Complexo B e sais minerais como Cálcio, Fósforo e Ferro. É incrível como Jeová criou uma rica fonte de energia bem debaixo da terra.

Graças a Jeová, hoje não preciso comer somente batatas doce. E daí? Eu amo batatas doce. Porque estou escrevendo isso? Será que é porque estou neste momento devorando mais uma deliciosa batata doce?

sábado, 13 de junho de 2009

E na lápide...

AGRÔNOMO
Favor regar o solo com Neguvon.
Evita vermes.

ALCOÓLATRA
Enfim, sóbrio.

ARQUEÓLOGO
Enfim, fóssil.

ASSISTENTE SOCIAL
Alguém aí, me ajude!

FUNKEIRO
Aí, meu : fui, brother

CARTUNISTA
Parti sem deixar traços.

DELEGADO
Tá olhando o quê? Circulando, circulando...

ECOLOGISTA
Entrei em extinção.

ENÓLOGO
Cadáver envelhecido em caixão de carvalho, aroma formol e after
tasting, que denota presença de microorganismos diversos.

FUNCIONÁRIO PÚBLICO
É no túmulo ao lado.


GAY
Virei purpurina, santa.

HERÓI
Corri para o lado errado.

HIPOCONDRÍACO
Eu não disse que estava doente?!?!

HUMORISTA
Isto aqui não tem a menor graça.

JANGADEIRO DIABÉTICO
Foi doce morrer no mar.

JUDEU
O que vocês estão fazendo aqui? Quem está tomando conta da lojinha?

PESSIMISTA
Aposto que está fazendo o maior frio no inferno.

PSICANALISTA
A eternidade não passa de um complexo de superioridade mal resolvido.

SANITARISTA
Sujou!!!

VICIADO
Enfim, pó!

TESTEMUNHA DE JEOVÁ
Volto já

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Futebol, um desafio.



Se você não gosta de futebol ou acredita que esse esporte seja uma espécie de ópio de um bando de gente besta que fica olhando 22 homens correndo atrás de uma bola, você está livre do vicio.

Mas se você é integrante de uma grande maioria que gosta de futebol, e mais, se declara torcedor de um time, você faz parte de um desafio que envolve competição e idolatria. Há tempos as nossas revistas chamam a nossa atenção quanto à competitividade (vontade de vencer a qualquer custo) e quanto à idolatria. Uma das primeiras equivalencias feitas pelo escravo foi em 1978 quando declarou que "Mas, assim como o fanatismo religioso tem sido perigoso, até mesmo mortífero, assim também o fanatismo pelo futebol. Não só impediu que muitos cultivassem saudáveis interesses e qualidades espirituais; também levou a motins, matanças e até mesmo à guerra." (g78 22/09).

Talvez você diga que sua paixão por futebol seja saudável, ou seja, você não mate, odeie ou renegue ninguém, mas quanto de idolatria pode estar envolvido? Gostar de um time de futebol, ao ponto de renegar algumas coisas como amizades ou serviços teocráticos, pode ser perigoso.

Algumas batalhas tem sido perdidas. Em Betel é comum haver discussões sobre futebol e declarações ufanistas aos seus times preferidos na hora dos intervalos, aqui em Brasilia, na copa de 2006, uma congregação "decidiu" manter sua reunião bem no horário do jogo do Brasil, e apenas 1/3 da assistencia compareceu, em grandes cidades, vestir as camisas de seu time preferido deixou de ser visto como algo negativo, e até aceitável.

Eu, particularmente, não escondo minha admiração pelo meu time, Vitória, embora não sinta nenhuma paixão quanto à Seleção Brasileira. No Gama, onde as pessoas eram mais tolerantes, sempre exibia o escudo do meu time na rua, mas aqui em Santa Maria, aonde as pessoas são mais conservadoras, tenho evitado de andar com elas e evitado fazer discussões futebolísticas. Em São Paulo, a terra da prosperidade e da modernidade, ouvi dizer, que alguns se dão o luxo de se declararem Testemunha de Jeová e tentar ser jogador de futebol ao mesmo tempo.

Ano que vem é ano de Copa do Mundo. As pessoas estarão mais uma vez inflamadas pelo falso-nacionalismo exarcebado. As ruas estarão pintadas e verde e amarelo, todos se dirão "brasileiros com muito orgulho", embora o tal nacionalismo não seja presente em outros aspectos da vida da sociedade.

E quanto a nós? O futebol também será um desafio? O tempo dirá.

domingo, 7 de junho de 2009

Dia dos Namorados sem Culpa?




Presentear nos Dia dos Namorados é errado? Se você vive nos Estados Unidos sim, afinal o dia dos namorados nada mais é do que o dia de São Valentim, o santo protetor dos namorados. Dizem que Valentim foi um bispo romano do século III que acreditava no amor. A coisa complicou quando o imperador Claudio II decidiu proibir casamentos e, consequentemente, que seus soldados namorassem porque queria montar um exército poderoso. Ele acreditava que soldados apaixonados ou que tivessem familias seriam mais vulneráveis. Apesar da proibição, o bispo Valentim continuou a celebrar casamentos às escondidas, mas foi descoberto, preso e finalmente decapitado em 14 de fevereiro de 270 EC.

Revoltados, muitos jovens romanos se recusaram a fazer parte do exército e para protestar trocavam bilhetes apaixonados um com o outro ou enchiam a porta principal da prisão com bilhetes românticos endereçados à Valentim. Diz a lenda que uma das meninas que davam bilhetes de amor era cega, filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram-se apaixonando e ela milagrosamente teria recuperado a visão. Com esse milagre ele acabou virando "santo" cujo dia é festejado todo dia 14 de fevereiro, dia dos namorados na maior parte do mundo.

E no Brasil? Bem, aqui não festejamos o Dia de São Valentim, ou melhor, faz parte do calendário católico, mas é passado em branco. O "nosso" dia dos namorados foi criado com fins exclusivamente comerciais pelos comerciantes paulistas ainda na época da colonização. Não tem intenção nenhuma de homenagear ou lembrar algum santo católico. Tudo bem que ele é comemorado no dia 12 de junho, ou seja, véspera do "santo casamenteiro" - Santo Antonio - que é lembrado no dia 13, mas tudo não passa de uma estratégia para vender mais.

O que me intriga é que não há nenhuma menção disso em nossas revistas. Porque essa informação não está no Raciocínios? Bem, levando em consideração que Jesus guia sua congregação, os irmãos da gráfica em São Paulo devem ter uma explicação sobre isso. De qualquer forma, vale informar que se alguém pretende fazer parte de milhões de pessoas que irão dar presentes aos namorados no próximo dia 12 de junho, pode fazer sem culpa.

Quer dizer, não tão sem culpa assim. Pode ser que você não esteja comemorando uma data católica, mas pode ser que você se enquadre no quesito "fazer parte do mundo" (1 João 2:15-17) ao ficar entrando na onda de milhões de pessoas que se sentem obrigados a dar presente apenas para seguir uma data comercial. Lembre que o comércio ganancioso faz parte de um dos números da fera (Rev. 13:18, veja o Livro Revelação).

Claro que é uma questão de consciência e decisão pessoal, mas lembre-se sempre que: "Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus." — 1 Cor. 10:31.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

chato MSN chato



Se você possui MSN, com certeza deve ser um dos milhares dos usuários que o transformaram no top dos top entre os programas de bate papo. Atire a primeira pedra que nunca se cadastrou no MSN. Durante anos, foi o meu preferido também; mas hoje acho chato. Hoje foi a primeira vez em mais de dois meses que acessei, ainda assim só para dar uma olhada nos mais 3.000 emails - a maioria spams ou virus - que estavam vinculados ao meu endereço.

Geralmente a gente usa o MSN para falar com amigos distantes, colegas, mas a grande maioria mesmo é para paquerar. Mesmo apesar dos conselhos bíblicos dados por meio do Escravo nas revistas e afins, não tem jeito, endereço do MSN ou do Orkut é o artigo mais trocado entre as pessoas em congressos, assembléias, escolas, festas e assim por diante.

Eu nunca pensei que iria dizer isso, mas eu hoj não vejo a menor graça no MSN. Assim como não estou mais vendo graça nenhuma no Twitter. Ainda gosto do Orkut, apesar dos pesares, há como se tirar proveito dessa ferramenta ainda.

Então, estou avisando aos poucos que ainda me enviam mensagens ou alguma coisa por meio do meu endereço do HOTMAIL, não envie, por favor, pois corre o risco de não vê-lo ou ler tarde demais. Meu email padrão e oficial é andrelago@yahoo.com.br. Este sim, pode me encontrar, me elogiar, me chingar, me criticar ou me chamar de lindo, enviar boa sorte, dinheiro, cheque, etecetera, etecetera, etecetera, etec...