terça-feira, 27 de abril de 2010

PÓ DO PASSADO



"Eu preciso te falar
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar
O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter
O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar
E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viverEu preciso te falar
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar
O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter
O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar
E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viver
Um sentimento sem sentido
Eu precio descobrir
A emoção de estar contigo
Ver o sol amanhecer
Como um dia de domingo"

by TIM MAIA & GAL COSTA

domingo, 25 de abril de 2010

ERA UMA VEZ NO UROLOGISTA


ATENÇÃO: Esse texto contém situações bastante,
muito, mas muito mesmo, vocês nem imaginam,
constrangedoras.






Vocês mulheres tem razão: nós, os homens, somos machistas. Sempre duvidei de que os exames ginecológicos fossem constrangedores para as mulheres, acreditava que havia uma certa propensão à maldade naquelas cadeiras ginecológicas e para não correr o risco de não ser "traído" pelo médico, sempre dizia para minha esposa: se for, vai se consultar somente com ginecologistas mulheres, e tá decidido!!! Mas aqui vai o meu mea culpa, afinal, mais constrangedor do que vocês se consultarem com um ginecologista é o homem se consultar com o urologista.

Para começar você já sente meio desconfortável quando entra no consultório. O Hospital Urológico de Brasilia é um dos mais procurados e assim que você entra, todos olham para você. Se tem a impressão que estão dizendo "viu, otário, assim como eu, você também se lascou!". Pior é olhar para as recepcionistas... porque as recepcionistas num hospital urológico tem que ser mulher!? Todo aquele procedimento padrão de perguntar nome, idade, estado civil, endereço, telefone, pára, daqui a pouco ela vai querer entrar na minha intimidade e saber o que há com o meu "junior"? Por favor, minha filha, não pergunte, porque não vou responder.

Outra coisa interessante é os hospitais de urologia darem preferencia para os idosos. Nossa, esse deve ser o único lugar no mundo que se devem dar preferência aos mais jovens, afinal, 80% dos homens que estavam naquele hospital naquele dia eram idosos. Enfim, depois de uns sete idosos passarem na minha frente graças à Lei da preferência, chego ao médico. Um cara jovem, possivelmente da minha idade, tentou ser o mais descontraído possível, tentando me deixar à vontade. Admito que até no início deu certo, relaxei, contei minha história, tale coisa, coisa e tale e de repente veio o convite: "Vamos dar uma olhada nisso, entra ali e tire suas calças". Pow, doutor, assim na lata? Não vai nem jogar uma cantada barata antes ou me levar pra jantar? Ta bom, vamos lá...

Vou dizer uma coisa machista pra vocês. O urologista é um cara gay ou que gosta muito de sua profissão. Na boa, ficar ajoelhado em sua frente, segurando suas partes íntimas, olhando como se fosse um meteorito raro que acabou de cair do céu, não é coisa para o qual eu teria tido vocação. Depois de um minuto olhando para a parede, para a janela, pro alto, sabendo que tem um cara pegando nas tuas coisas, só uma certeza: que alívio, não sou gay. Sabe com é, não é? Não preciso explicar com mais detalhes, afinal, esse blog é um blog cristão. Não sou gay. Mas até que o médico era um cara boa pinta, bonitinho.. ops, hã, quer dizer, esquece!

Alívio também é saber que aparentemente não tenho nenhum problema. Mas quando eu já ia pensando que me livraria do médico, ele me passa três exames: espermograma, exame hormonal e ecografia. Kidiabuéissu? Coisa boa não deve ser. E lá se vai euzinho para o laboratório do hospital. Mais uma vez, são mulheres que nos atende. Como é que se coloca mulheres para lidar com homens que vão fazer espermograma? A primeira coisa que me lembrei foi da cena de "American Pie III" se é que você entende: será que vai aparecer uma enfermeira bonita para me dar as dicas ou querer me ajudar? Deus me livre e guarde, três coisas que ainda tenho medo: da ira de Jeová, de ser enterrado viv e do tapa da mão de minha esposa.

O exame de espermograma consiste em... ah, você sabe! Em meus 36 anos nunca imaginei que faria isso na minha vida. Pense naquele irmão todo formal, cheio de não me toques e certinho demais de sua congregação fazendo um exame de espermograma. Eu ia rir demais!! Pra começar as enfermeiras tentam fingir que não sabe o que você vai fazer ali. Te colocam numa salinha 4x4 com uma cadeira bem parecida com as cadeiras ginecológicas (não sabia que precisaria do Kama Sutra para esse exame!), uma televisão com um videocassete com um filme que não lembro o título mas tinha o selo irreconhecível das "brasileirinhas" e um monte de revista Playboy. Agora eu lhe pergunto, será que alguém acha fácil fazer o serviço numa salinha daquela, sabendo que lá fora tem um monte de enfermeiras, recepcionistas e pacientes sabendo exatamente o que você está fazendo ali? E o cristão, coitado, passou a vida toda estudando a bíblia e sendo aconselhado a evitar a pornografia, ironicamente, vai precisar dela para fazer um exame de espermograma. Putz, isso é o cúmulo da ironia cristã.

Ao término do serviço, você sai com a cara mais sem graça do mundo, se ajeitando, tentando encontrar um buraco para enfiar a cabeça (sic, desculpem não foi uma figura de linguagem apropriada, mas juro que não foi proposital) e logo aparece uma enfermeira com sorriso falso no rosto (eu sei que ela no fundo está curtindo com minha cara, deve estar pensando "Eu sei o que você fez lá dentro") e portando uma luva branca na mão. Fico uns 10 segundo paralisado, sem saber o que fazer, até perceber que ela quer que eu lhe dê o copinho que está em minhas mãos. Vida de enfermeira de labotarório é uma bosta, é um xixi, é um espermatozóide, coitada. Será que o sindicato deles sabem disso??

Enfim você vai embora se sentindo a pessoa mais estranha do mundo. Sinceramente, mulheres, não sei se os exames ginecológicos são constrangedores assim, mas pelo menos vocês se acostumam com isso desde que são adolescentes, mas imagina a nós homens que só conheceremos isso quando estamos chegando perto dos 40? E olhe que meu problema ainda não é próstata. Enfim, semana que vem, terei mais uma dose cavalar de situação constrangedora. É quando farei o ecograma das minhas partes íntimas. Ecograma das minhas partes íntimas???? Putz!!! É, lá vamos nós mais uma vez....

sexta-feira, 23 de abril de 2010

CONTOS NEM TÃO DE FADAS ASSIM

A revista MUNDO ESTRANHO desse mês trouxe uma matéria bastante interessante, do qual já tinha ouvido falar, mas nunca tinha lido: a origem macabra dos contos de fadas. Chapeuzinho Vermelho, Os 3 Porquinhos, João e o pé de Feijão no inicio eram lendas bizarras contadas por pais que queriam assustar seus filhos ou mantê-los longe de encrencas, mas que com o passar do tempo foram modificadas para virarem lindas e singelas histórias de ninar.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS - Drogas e Pedofilia.

A história infantil mais famosa de todos os tempos esconde um origem ligada a pedofilia e uso de drogas como ópio e cogumelo alucinógenos. Em 1865 Lewis Carroll conheceu uma garotinha de 8 anos chamada Alice Liddel e foi "amor á primeira vista". Para se aproximar da menina, Lewis inventada histórias loucas de uma Alice num país de contos de fada. Mais tarde foi incentivado a criar um livro sobre essas histórias, e á base de ópio e congumelos alucinógenos, Lewis criou a história o qual conhecemos hoje que muitos dizem está cheio de referencias políticas ou simplesmente, "sem nexo", afinal, quando se está viajando, a mente inventa um monte de loucuras.

O coelho que sempre se atrasa era uma crítica a formalidade e a preocupação inglesa com a pontualidade, o Chapeleiro Louco era uma "homenagem" aos chapeleiros de Londres que realmente tinham alucinações por causa do mercúrio utilizado na fabricação dos chapéus, o Dodô, ave que promovia corridas que não chegavam a lugar nenhum era uma crítica ao parlamento e, enfim, a Rainha de Copas era uma versão da Rainha Vitoria que apesar de sua importancia, não representava nada de relevante para a política britânica, por isso, Lewis criou o bordão "Cortem lhe a cabeça", que jamais era cumprido de fato.

CHAPEUZINHO VERMELHO - Sangue, violência e pedofilia.



A lenda surgiu na idade média, por camponeses europeus e teve a fome e a mortalidade infantil como inspiração. A versão mais aceita conta a história da pequena Chapeuzinho Vermelho que vai visitar sua vó, porém o lobo mau estraçalha a vovó sem dó e piedade. Ao chegar na casa, disfarçado da vovó, primeiro o lobo lhe oferece a carne e o sangue da vó para Chapeuzinho que come com gosto, depois o lobo começa a pedir para a menina se despir. A cada peça de roupa tirada ela perguntava ao lobo o que fazer, e ele respondia "Jogue no fogo minha criança, porque você não vai precisar disso.". Completamente nua, ela se deita ao lado do lobo e começa a desconfiar fazendo as famosas perguntas "que boca grande você tem"; o problema é que na versão original ela cita inclusive o pênis do lobo mal. No fim, o lobo mal ataca a chapeuzinho vermelho, jantando-a. A idéia era mostrar para os filhos dos camponeses que elas jamais deveriam falar com "lobos", ou seja, pessoas estranhas.


A BELA ADORMECIDA - Feitiçaria, canibalismo e necrofilia.

A historia original é sobre Tália, uma filha de camponês que ao costurar acaba se furando com uma farpa de um tear, provocando uma maldição lançada por uma bruxa ao seu pai desde quando a menina era uma garotinha. Desconsolado, o pai vai embora deixando a filha adormecida sozinha e abandonada. Numa caçada, o rei, que já era casado, se encanta por Tália, e antes de partir faz sexo com ela apagada do jeito que estava. Mesmo dormindo ela engravida de gêmeos e os tem, mesmo estando dormindo. Ao tentar mamar, um dos filhos chupa o dedo da mãe, que suga a farpa e faz com que ela acorde do sono profundo. Acabou? Nada, tem mais.

O rei volta e descobre que Tália acordou e mantem um caso com ela. Porém a rainha descobre, prende Bela junto com os fllhos e resolve fazer um jantar cozinhando todo mundo. Porém o cozinheiro esconde Bela e serve carne de cabrito no lugar enganando a rainha. Revoltada ela mesma resolve fazer o seu jantarzinho, e coloca no caldeirãolargatos, sapos, víboras e cobras vivas. Quando o rei descobre, tenta pegar a rainha de surpresa, mas ela se assusta e se joga no caldeirão sendo devorada pelas feras. Bela, com seus dois filhos, deixa de ser amante e vive feliz para sempre agora como esposa oficial.

CINDERELA - A gata barraqueira


Na versão original a nossa heroína junta forças com a governanta para matar sua madastra. Um dia quando a megera pega roupas num baú a moça lhe fecha a tampa na cabeça. Mais tarde, os irmãos Grimm colocaram mais miolo na história. Quando o príncipe visita as casas para identificar o pé de sua amada, as irmãs malvadas de Cinderela se mutilam para tentar calçar o sapato, cortando os dedos e calcanhares. Já a madastra morre de desgosto e os pombos devoram seus olhos e os das filhas.


BRANCA DE NEVE - Inveja, tortura e canibalismo.

Quando Costinha participou da versão pornô de Branca de Neve, alguns acharam uma afronta, mal sabiam eles, que a versão original era muito mais louca. Na versão original dos irmãos Grimm, quem pira ante ao espelho é a mãe de Branca de Neve, que inveja a beleza de sua própria filha que tinha apenas 7 aninhos. A rainha então manda um caçador matar sua filha, trazendo um fígado e pulmão como prova do serviço. Ele não faz o serviço, deixa a criança para ser criada por alguns homens (que mais tarde os irmãos Grimm transformaram em anões e a Disney quantificou para 7) e engana a mãe trazendo uma carne de javali que a mãe come achando que é da filha. Após ter o plano frustrado tempos depois, Branca casa-se com o príncipe que pune a sogra mandando-a dançar até a morte calçando sapatos de ferro em brasa!

OS 2 PORQUINHOS E UM LOBO ASSADO

Na versão original os dois primeiros porquinhos não conseguem fugir e são devorados pelo lobo. Só que o lobo não consegue enganar o terceiro e por isso tenta entrar na casa pela chaminé. O lobo cai dentro de um caldeirão aonde acaba virando o jantar da vez!


JOÃO E MARIA

Por causa da fome, a mãe instiga o marido a levar os flhos para a floresta para serem largados por lá. Porém João e Maria ouvem a tramóia dos pais e decide deixar pedras pelo caminho conseguindo voltar para a casa. Mas numa segunda vez não dão sorte pois os pássaros acabam comendo as migalhas de pão deixados pelo caminho. Na mata, os pequenos acham uma casa toda feita de comida. A bruxa já lambia os beiços pensando no jantar que as duas crianças iam dar, mas Maria empurra a bruxa no caldeirão, mata a megera e os dois ainda saqueiam a casa antes de sair!

A PEQUENA SEREIA

Criada pelo dinamarquês Christian Andersen em 1837 a história original não tem nada de puro e bonito conforme o desenho da Disney. No original a bruxa do mar corta a lingua de Ariel, que perde a voz. Além disso, a sereia tem a cauda rasgada em duas para virar mulher e conquistar o coração do príncipe. Mas a cada passo, as pernam sangram e doem. As irmãs de Ariel chegam a arrancar os cabelos literalmente para entregá-los á bruxa, que por sua vez tiraria a maldição, mas em vez disso, ela dá uma faca a Ariel para que ela mate o príncipe - que a trocaria por outra - e ela voltaria a ser sereia. Traída e desenganada, o final é triste, com Ariel se matando, pulando de um abismo no mar gelado.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

COMENTANDO LOST



Lost está quase chegando ao fim. Chegamos terça-feira passada para o 12º episódio, faltando apenas 06 para o gran finale. Estou meio sem tempo para escrever, por isso vou fazer um pequeno resumo dos últimos 3 episódios, antes de "Everybode loves Hurley".

6×09: Ab Eternum

Foi, com certeza, um dos episódios mais esperados pelos fãs de LOST, pois Richard Alpert sempre foi um dos mais misteriosos personagens da série. Richard nunca foi bem definido como vilão, herói ou libertador, mas a história do cara que está na ilha há séculos, nunca envelheceu, sempre foi o aliado de Jacob, trazia grandes expectativas.

Não foi um episódio perfeito, mas foi um daqueles que saiu da rotina, pra começar, por nos levar ao século XIX. Sempre soubemos que ele veio junto com o navio Black Rock, mas não sabíamos que sua vida tinha sido tão sofrida. Desde a morte da mulher, até o julgamento, a prisão e os momentos de angústia vivido no navio prestes a ser morto pelo "MIB-fumaça-negra". Foi uma cena angustiante e bem feita, daquela que nos prende do início ao fim.

Mas aí veio a parte mais estilo "óóóó" do episódio. Quando Jack resolve criar, Richard sai com essa: "VOCÊ ESTÁ MORTO". Tipo assim, passamos várias temporadas discutindo teorias, e essa parecia ser a mais lógica de todas, mas quando Richard declarou isso de forma tão contundente, eu fiquei pensando "não pode ser, não pode ser simples assim" e simplesmente deixei a história se levar. E o choque continuou com o MIB confirmando que a ilha era um inferno quando Richard perguntou e depois à sua mulher morta – que na verdade era o MIB disfarçado – dizendo que todos ali estavam mortos e novamente confirmando a ideia do inferno.

Além disso, o esclarecimento de que a ilha era uma espécie de prisão do mal, me deixou com a sensação de gostosa decepção, deixa ver como explicar, sabem quando te escondem um segredo, você sabe mais ou menos qual é o segredo, e no final, quando o segredo é o segredo que você sabia, você diz: "Sabia!" Mas acaba com o sorriso sem graça? Foi então que decidi confiar nos roteiristas de LOST e vi que a resposta não era tão simples assim.

No fim, aquilo que eu sempre defendi (que não existe bem ou mal) na ilha acabou se tornando o mote principal, sim, existem o bem, o mal, e o mal é o MIB que precisa ser mantido a todo custo na ilha, e a ilha, por sua vez, precisa de um "administrador". A melhor cena é aquela que já conheciamos, quando finalmente entendemos o diálogo entre Jacob e o MIB: Ele mantinha o MIB preso na ilha – achei ótimo o dialogo final entre os dois, com ele implorando ao protetor da ilha para deixa-lo sair, ameaçando mata-lo, Jacob dizendo que virão outros protetores e (essa parte dá medo) o MIB falando que mataria qualquer um que o impedisse de se espalhar, mas agora que ele está morto e nenhum dos candidatos a próximo protetor acordou pra vida ali ainda, o Locke do Mal está fazendo a festa.

As duas únicas cenas toscas do episódio é a explicação sobre a destruição da estátua: putz, nem o Tsunami mais alto faria o Black Rock chegar àquela altura!!! E a cena tipo "Ghost - Do outro lado da vida" tinha a intenção de ser melo-dramática-romântica, mas ficou tosca!

6×10: The Package

Quando você pensa que ao chegar pouco mais da metade da série, que a coisa ia esquentar, que a emoção e o ritmo de final de série iria finalmente se desenrolar, somos presenteados com essa chatice. Putz, foi o pior episódio e mais chato de todos, superando até o da Kate.

A única coisa que prestou foi ver o Sawyer como policial! Cara, foi uma surpresa para todos, principalmente, para aquele que pensou "ah, essa história de novo?". A cena aonde Sawyer diz que se ele chamar entra uma leva de policiais, aposto com todos, que acharam que ele estava blefando. E foi dele também o responsável pela principal pergunta que todos queriam ter feito no episódio anterior: Por que o MIB-fumaça-negra simplesmente não sai da ilha? "Você acha que se eu pudesse já não teria feito isso?" Ah tá, ta bom, é por causa disso né? Putz! Pois é... fora isso, foi um saco aquela história lenga-lenga do pai da Sun enviando Jin para entregar um pacote para o gangster matá-lo.

Ah sim, Evil Locke vai dar cabo na Kate no fim da história? Tipo, “obrigado por acomodar todo mundo aqui no avião, abraço, Claire mata essa vaca”. Teve a cena idiota do Jack, nossa, se eu estivesse no lugar da Sun, sorria pro Jack, pegava o tomate da mão dele e fazia ele engolir aquilo inteiro por aquelas babaquices. Alias, como Widmore ficou sabendo o que está rolando na ilha? Pensei que ele ainda tava de birra com o Ben, mas ele realmente foi pelo Evil Locke.

Enfim, apesar de todas essas coisinhas, foi um episódio tosco. Não acrescentou nada e me deu aquela impressão de que vamos chegar ao último episódio e ainda não teremos todas as respostas levantadas desde o primeiro episódio.

6×11: Happily ever after

Olha a redenção! Admito que Desmond nunca foi um personagem querido por mim, mas não fiquei triste em saber que será ele o catalizador de toda essa confusão. O nosso "brotha" será simplesmente o cara que vai ser a peça principal de toda a trama, principalmente da que unirá a realidade da ilha com a realidade paralela.

É difícil de fazer qualquer explicação sobre as respostas dadas, por isso, vamos às comparaçõeso que me fez entender o que afinal deve estar acontecendo (agradeço a Martha que foi quem fez a comparação no LOST BRASIL): ao explodir a bomba H, Faraday acabou criando a realidade paralela, que seria a “matrix” de Lost. Ou seja, todos os personagens estão numa vida “falsa” que não deveriam estar vivendo, mas nenhum deles sabe disso, com algumas exceções. Na verdade, a vida "falsa", seria ainda uma espécie de realização do desejo de cada um deles, como por exemplo, o bandido do Sawyer ser um policial, o azarado do Hurley virar um sortudo empresário, Jack e Locke terem resolvidos suas questões paternas, mas enfim, uma vida falsa.

Quando quase morreu no avião, Charlie viu uma linda mulher loira – Claire né? – junto com ele e ficou apaixonado. Já com Faraday e Desmond, acho que a coisa foi diferente. Os dois aparentemente são sensíveis a esse tipo de coisa envolvendo tempo-espaço, portanto, foi um sentimento forte – amor em Faraday, adrenalina em Desmond – que fizeram eles perceberem que talvez não estejam vivendo a vida que devem. Quando no primeiro episódio Juliet diz que aconteceu, acho que ela estava vendo justamente parte dessa realidade alternativa, aonde ela especificamente não faria parte, mas que todos os demais, sim.

Desmond será justamente o cara que vai despertar essas duas realidades. Acredito que seu papel será o de justamente "acordar" os personagens da matrix. Acreditei, e fiquei na esperança, de que LOST finalmente iria despertar da mesmice. Legal, brotha!

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Bem, ainda não assisti o episódio "Everybody loves Hugo", estou estudando sério para o concurso da CAIXA e no trabalho muita coisa para arrumar, mas prometo que até sexta-feira devo postar um dos episódios que parecem ser o mais divertido e interessante de todos.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

J. F. RUTHERFORD ASSUME DE VEZ

A Organização de Jeová é uma teocracia, não uma democracia. Essa frase que eu ouvi ainda quando era estudante da Bíblia, utilizada para me explicar que as coisas na congregação não são decididas em prol do que a maioria acha, mas daquilo que está em acordo com os princípios bíblicos e à vontade de Jeová, serve para explicar uma das decisões mais criticadas de J. F. Rutherford em 1917 que alguns apóstatas ainde hoje usam para acusá-lo de ter usado seu poder como Presidente da Sociedade Torre de Vigia à força.

Para começar, embora o Pastor Russell tenha sido um grande homem ao dar o pontapé inicial, muitas das crenças e idéias divulgadas se mostraram totalmente equivocadas na década de 20. "O Plano Divino das Eras" já tinha dado abertura suficiente para uma série de discussões ao associar a Grande Pirâmide do Egito ao cumprimento de profeciais, o que fez muitos associar a Sociedade à maçonaria. Embora Charles Russell fosse um irmão amoroso e humilde, ainda assim, não conseguiu fazer com que o respeito e admiração dos irmãos por ele se transformasse em idolatria e isso se tornou o grande impecilho para a obra do Reino após sua morte.

Rutherford ao continuar o trabalho dele, de inicio, não tomou nenhuma decisão que batesse de frente com o que Russell havia ensinado, até que em 1917, a Comissão Executiva convocou dois irmãos - Clayton J. Woodworth e George H. Fisher - para finalizar a sétima e última edição do volume "O Estudo das Escrituras", entitulado "O Mistério Consumado". Mas aquilo que deveria ser apenas uma compilação das idéias de Russell, acabou se tornando uma versão totalmente revisada e corrigida, algumas delas, inclusive, reformulando artigos já publicadas por Russell nos volumes anteriores. Alguns editores acharam isso absurdo e uma afronta ir de encontro às crenças de Russell e se recusaram a publicar o livro, por isso, quatro deles foram sumariamente demitidos por Rutherford.

Não precisa dizer que o lançamento do livro caiu como uma bomba em Betel divindo os irmãos! Uma grande parte aceitou de bom grado as novas luzes espirituais, mas uma parcela de irmãos "fiéis" à Russell foram contra a publicação do livro e viu na demissão dos editores uma demostração de totalitarismo. Foi o estopim que fez com que os opositores de Rutheford levantasse uma inssurreição no refeitório por meio de discursos, criticando e questionando a sua capacidade administrativa e espiritual de comandar a Sociedade por cerca de 5 horas. Não precisa dizer que vários membros de Betel abraçaram o discurso opositor e se rebelaram contra Rutheford e os membros da diretoria, entre eles, o irmão A.N. Pierson que há um ano antes tinha sido um dos mais entusiastas defensores de sua candidatura à presidencia, e que devido a isso, acabou também sendo demitido da vice-presidencia.

Diante da situação de opressão, o trabalho espiritual não podia parar, foi então que Rutherford tomou uma decisão contundente como presidente da Sociedade Torre de Vigia que mudaria toda a forma de administrar a Sociedade Torre de Vigia e impulsionaria a obra pelo mundo: admitiu quatro novos diretores, pessoas de fé e de sua confiança há tempos, mas que Rutherford havia protelado a suas designações para não dar impressão de que queria ir de encontro à vontade de Russell. Mas qual o problema nisso? Ele não era Presidente?

Ocorre que conforme o testamento de Charles Taze Russell, os novos membros da diretoria só poderiam ser designados por meio de votos, e assim assim, na assembléia anual, que ocorreria praticamente no ano seguinte. Se Rutherford não tivesse tomado essa decisão, a gráfica ficaria parada, Betel esvaziada e a obra de distribuição gratuita de tratados ficaria comprometida por até um ano. Isso não poderia ocorrer, a obra de divulgação das promessas de Jeová não poderia ficar parada por causa de contendas egoístas de homens que estavam preocupados em obter vantagens pessoais do que espirituais. Um presidente de uma organização precisa tomar decisões emergenciais que não prejudiquem a administração, e por isso, a decisão de Rutherford foi acertada e de direito. Ele não violou a Lei de Jeová, ele apenas não cumpriu a "Lei de Russell" que naquele momento não era beneficente para as dezenas de congregações espalhadas pelos EUA. Assim como Rebeca, que ao perceber que o idoso Isaque abençoaria Esaú no lugar de Jacó, logo criou uma forma de fazer com que isso não acontecesse, enganando o marido, fazendo-o abençoar um filho no lugar do outro. Rutherford foi tão "ilícito" para defender a Organização de Jeová na terra como fora Rebeca no passado.(Gênesis 27:1-29)

Mas ainda havia um desafio. Rutherford era advogado, foi promotor e juiz, portanto sabia que os novos diretores só seriam legalmente efetivados em janeiro de 1918 na reunião anual, e durante esse tempo, embora petições judiciais tenham sido recusadas (alguns atribuem isso a uma suposta influência de Rutherford no judiciário de Missouri), ainda havia o perigo dos rebeldes opositores de influência os votantes contra ele. Então Rutherford, como Presidente, tomou a atitude mais coerente que se podia tomar, fez uma pesquisa de opinião antecipada, um levantamento entre as congregações e depois publicou na WatchTower de 15.12.1917 o resultado: os votantes expressaram enorme apoio a J. F. Rutherford e aos diretores que cooperavam com ele. Um mês depois, ele, juntamente com C. H. Anderson como vice-presidente e W. E. Van Amburgh como secretário-tesoureiro, além de mais quatro irmãos foram eleitos e confirmados como a comissão executiva da Sociedade Torre de Vigia. Alguns chiaram, disseram que ao publicar o levantamento, na verdade, influenciou outros irmãos a votarem na comissão, mas pelas Leis dos homens, e de Jeová, ele não fez nada que fosse questionado como ilícito.


A maior prova de que Rutherford agiu corretamente foram as bençãos de Jeová que permitiu que o alimento espiritual fosse divulgado apesar das discórdias em Betel e fortaleceu ainda mais a comissão executiva. Alguns opositores questionaram junto ao meio jurídico, outros formaram novas congregações, e criatam até novas "religiões", mas ao final de 1918, com o fim da 1ª Guerra Mundial, os irmãos Estudantes da Bíblia continuaram firmes, fortes e empenhados em trabalhar mais para Jeová, enquanto os irmãos e congregações que apoiaram os opositores caíram em decadência. Alguns, arrependidos, ainda retornaram, mas estima-se que "limpeza de Jeová", tenha concluído com a saída de cerca de 75% dos irmãos.


No "ano do Senhor", iniciado em 3 1/2 tempos mencionadas em Daniel 7:25, Daniel 12:7 e Revelação 11:3 quando Jesus Cristo tinha finalmente assumido sua posição como Rei reinante do Reino de Deus, as comportas do céu se abriram e os irmãos, sob a administração de J.F. Rutherfod passaram por uma avivamento nunca antes visto. Houve um brilho das boas novas que clarearam a mente dos irmãos para a vontade de Jeová culminando na revelação de vários princípios da Bíblia. Praticamento tudo que Charles Russell havia escrito foi postergado por novas relações: descobriram-se que "Jeová" era o nome de Deus e que deveria ser enaltecido, descobriram que inferno de fogo não era literal, que nem todos tinham a esperança de viver no céu, mas que havia um grupo de "outras ovelhas" que tinham a esperança de viver na Terra. As congregações se multiplicavam, a obra era divulgada em todo o planeta e adoração de Jeová era fortalecida.

Claro que a "luz que brilha mais e mais" foi refletida aos poucos. Houve algumas decisões administrativas que acabaram equivocadas, algumas "profetadas" por causa de interpretações pessoais (como nas duas mansões luxuosíssimas que Rutherford mandou construir devido a uma interpretação de Hebreus 11 ao qual acreditava-se que os patriarcas Jacó, José, Moisés, Abraão seriam ressuscitados) mas nada que tenha influenciado negativamente na vida de ninguém. O sucesso espiritual e o renovo chegaram ao clímax em 1935, quando baseado no texto de Isaías 35:15, os estudantes da Bíblia passaram a se chamar TESTEMUNHAS DE JEOVÁ, como todos nós somos or-gu-lho-sa-men-te conhecidos em mais de 230 países e territórios em todo o planeta.

terça-feira, 6 de abril de 2010

J. F. RUTHERFORD - PRESIDENTE À FORÇA?




Se pudéssemos dizer quando as Testemunhas de Jeová de fato foram fundadas, poderíamos dizer que foi em 1917, quando Joseph Franklin Rutherford assumiu a organização de Jeová na terra, porque tudo que nós conhecemos hoje de administração, princípios bíblicos, estudos e trabalhos de divulgação da verdade, só passou a ter sentido e impulso quando Rutherford se tornou presidente. Acredito que Jesus, ao dirigir a organização de seu Pai possivelmente pensou: "Russell você será responsável por juntar as pessoas e criar uma organização, mas você Rutherford, você é o cara! Vá lá e revolucione".

Na época de Russell os irmãos tinham uma verdadeira "adoração" por ele, tanto que não se importavam em serem chamados de russelitas. A obra "O Estudo das Escrituras", com seus seis volumes, tinha tomado uma proporção de importancia no contexto religioso dos Estados Unidos de uma forma tão grande, que era quase um sacrilégio questionar qualquer informação, mesmo que fosse feito por membros respeitáveis da Organização.

Joseph Franklin Rutherford nasceu de uma família evangélica (seus pais eram Batistas) e sempre teve uma educação rígida, fator este determinante em sua personalidade adulta, quando alguns irmãos alegaram que seu zelo às vezes saía do limite da razoabilidade. Porém dizem as testemunhas oculares da época, como o irmão A.H.Macmillan, foi a habilidade de Rutherford, sua retórica dinâmica e a sua disposição firme de lidar com os adversários dos Estudantes da Bíblia, e seu vasto conhecimento jurídico, que o transformou num sucessor natural de C. T. Russell. Rutherford era formado em Direito, serviu por quatro anos como Promotor Público de Missouri, e inclusive, substituiu algumas vezes alguns juízes, mas abandonou todo seu futuro promissor para servir à Jeová como consultor jurídico de Betel, e, mais tarde, Presidente.

Quando C. T. Russell morreu foi uma surpresa para todos, tanto, que ele nunca havia preparado diretamente um sucessor, pois com certeza não era de sua ideia falecer tão cedo. Porem em seu testamento, ele havia deixado um orientações para a criação de duas comissões: uma Comissão Editorial de 5 membros, que cuidaria da revista WatchTower, e uma Comissão Executiva de 3 membros, que cuidaria da parte administrativa. J. F. Rutherford, inicialmente, fez parte apenas desta última, mas diante da recusa de dois irmãos de fazer parte da primeira, ele acabou assumindo também função editorial. A intenção dessa comissão era administrar Betel até a próxima reunião anual que aconteceria em 1917, aonde deveria ser escolhido um presidente. De início, a Comissão Executiva fez o melhor que pôde para estabilizar a situação, incentivando os Estudantes da Bíblia a se manterem ativos e não perderem o ânimo, mas era uma situação difícil, porque muitos irmãos viam Russell quase como um deus messiânico. Apesar da revista WatchTower continuar a ser publicada com os artigos que Russell deixara antes de morrer, começava uma tensão muito grande entre os irmãos, alguns achando que por ser insubstituível ninguém deveria assumir a função de presidente, mas, principalmente de divisões causadas por irmãos que achavam que tinha o direito de assumir o lugar vago.

Entretanto, de uma forma geral, Rutherford tinha o apoio dos irmãos que faziam parte das duas comissões, e isso significava também ter o apoio da maioria do irmãos pelas congregações. O irmão A.N. Pierson, um dos mais próximos de Russell declarou que tinha recebido, por meio de procuração, várias declarações de apoio a Rutheford. Diante da unanimidade dos votos e indicações, a convenção declarou Rutherford o novo Presidente da Sociedade Torre de Vigia em 06 de janeiro de 1917.

Foi essa presidência tomada à força? Força de sua influência, talvez, força do espírito santo de Jeová, com certeza, mas a eleição de Rutheford foi efetuada de forma tão clara e legal, que não houve brecha sequer para questionamentos judiciais de algum opositor posteriormente.

Mas a vida de Rutherford ainda não estava totalmente tranquila. Os opositores esperariam um tempo para incitar algum tipo de turba e divisão. Por serem de personalidades diferentes, esses opositores esperavam pegar Rutherford em decisões ao qual poderia acusá-lo de estar indo num caminho diferente do irmão Russell, mas para desespero deles, o novo presidente deu continuidade à obra, animando as congregações que aumentaram em número as suas assistencias, aumentou o número de missionários de 69 para 93, acelerou a distribuição de tratados, aonde os principais trabalhadores eram os "pioneiros" que foi aumentado de 372 para 461.

Assim, tornam-se mentiras qualquer declaração de que J. F. Rutherford tenha tomado à força a presidência da Sociedade Torre de Vigia. É uma mentira que toda a congregação à época tenha discordado, ou sequer, se revoltado pela sua administração. Contudo, como o diabo é astuto, Rutherford ainda passaria por muitas provações, principalmente nos momentos turbulentos da 1ª Guerra Mundial e por causa de um pequeno vacilo administrativo, causada pelo seu zelo de ver a vontade de Jeová ser protegida. Mas será que nesse episódio, Rutheford, como dizem os inimigos das Testemunhas de Jeová hoje, usou de tirania, de desonestidade ou de meios ilícitos para continuar a presidir a organização na terra? Num próximo artigo falarei desse episódio que muitos apóstatas ainda teimam em propagar.

OBS: Para conhecer a história acima na íntegra, sugiro a leitura dos livros: Anuário 1976 (EUA), Proclamadores do Reino e Revelação - Seu grandioso Clímax está próximo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

COMEMORAÇÃO 2010

A comemoração deste ano foi muito boa, assim como sempre é em todos os anos. Embora o discurso seja feito exclusivamente para os não-cristãos, ainda assim, é a "nossa" festa, o momento especial pelo qual compramos uma roupa nova, uma nova gravata, fazemos uma limpeza geral no Salão do Reino, que convidamos todas as pessoas que não costumamos convidar em outros tempos, enfim, tudo isso para lembramos da morte de nosso Senhor Jesus Cristo.

Foi a primeira vez que assisti a comemoração numa congregação totalmente "estranha" (saí do trabalho no SIA às 19 horas, as 20:47 ainda estava preso no engarrafamento mostrengo, e o jeito foi procurar o Salão do Reino mais próximo, fui parar na Congregação Oeste do Cruzeiro).

É muito bom assistir reuniões com irmãos que você não conheceu, primeiro porque você ganha o privilégio de fazer novas amizades, e segundo, como você não conhece-os, não fica afetado pelos vícios e manias de irmãos que você já conhece. Ainda assim é gostoso sentir que velhos costumes e rituais sempre passam de geração em geração: jovens servos ministeriais fazendo caras e bocas como se estivessem sendo o centro da atenção da reunião, o orador que mesmo sendo extremamente experiente fica nervoso ao fazer o discurso da comemoração, o burburinho, as amizades, os reencontros, pode parecer crítica, mas acreditem, não é: isso é que me faz continuar amando ser Testemunha de Jeová, apesar dos percalços, pois sempre será o lugar familiar que conheço desde que era um pré-adolescente.

Estamos passando para quase 1/4 do ano e ainda não me acostumei com o cântico novo. Foram quase 25 anos cantando o mesmo cântico e fica estranho vê-lo sendo cantado de forma diferença com novas letras. Gostava do meu cântico preferido "Jeová nos põe à salvo" na melodia e letras anteriores. Mas, enfim, quem sou eu para questionar o movimento do carro celestial de Jeová?

Mas triste mesmo é ver o quanto de pessoas ainda participam do pão e vinho. Quando comecei a estudar a Bíblia em 1985 eram pouco mais de 8 mil participantes dos emblemas. Em vez de diminuir; está aumentando?! Conheço alguns irmãos que participam dos emblemas, ou alguns que me dizem, que olho para o céu e suplico: "pai, perdoa-o porque ele não sabe o que está fazendo". Mas, enfim, quem sou eu para questionar se alguém é realmente um ungido, ou não.

Hoje, enfim, é sexta-feira santa. Nada pra fazer o resto do dia, tudo fechado, céu nublado, cheio de peixe em cada casa católica por onde bato, enfim, se esta semana é "santa", por favor que venha logo a semana não-santa.