sábado, 27 de novembro de 2010

IDOLATRIA


Quem é fiel no mínimo, é também fiel no muito.”
— LUCAS 16:10.


Já ouviu a frase "atirou no que viu, e acertou no que não viu"? Às vezes as coisas na organização de Jeová funciona dessa forma. Muitos irmãos pensam, erroneamente, que só existe um pecado para Jeová: a fornicação.

Desta forma muitas pessoas pensam que qualquer pecado é relativo desde que não aja fornicação. Que num namoro é possível "dar uns amassos" tranquilamente, desde que não haja sexo, especificamente. Que pensamento errado, ó Jeová!

Para começar é bom lembrar do que Jeová estabelece como fornicação: Relações sexuais ilícitas fora do vínculo marital, bíblico. O problema é que muitos irmãos pensam que "relações sexuais ilícitas" ocorre apenas quando há penetração entre os órgãos genitais. Assim, namoram, ficam, se agarram, se amassam, sem nenhuma preocupação, afinal, "não fizeram sexo", certo?

Errado. A palavra grega traduzida por “fornicação” é por·neí·a. Veja o que diz o Estudo Perpiscaz: "Entende-se que pornéia envolve o uso crassamente imoral do(s) órgão(s) genital(is) de pelo menos um humano; também, tem de ter havido dois ou mais entes (inclusive outro humano concordante ou um animal), quer do mesmo sexo, quer do sexo oposto." Isso significa que o que alguns acham simples como manipular o órgão sexual do namorado(a) é considerado por Jeová como "porneia", ou seja, fornicação. Entendeu a gravidade dos atos, agora?

Entretanto, a fornicação pode ser justificada com um pecado da "carne fraca" (Mar 14:38). É por isso que nas comissões judicativas é feito tantas perguntas criteriosas, para se estabelecer se alguém cometeu fornicação por iniquidade ou por tentação.

Mas enquanto muitos irmãos estão preocupadas com a fornicação, não percebem que pode ser engodado por Satanás por outros meios. Aqueles que alguns não consideram importantes, mas são considerados por Jeová como mais graves do que uma fornicação, por exemplo: idolatria.

A idolatria é basicamente adorar outra pessoa, ou outra coisa, que não seja a Jeová. Isso envolve, claro, a adoração de santos, festividades religiosas de outras denominações chamadas cristãs, mas pode envolver coisas simples que às vezes passam despercebidas. A idolatria é algo detestável aos olhos de Jeová, pois significa prestar a outros a adoração que deveria ser dada somente ao Deus Todo Poderoso. E olhe que não estamos mencionando coisas bobas como gostar de um cantor ou seguir um determinado time de futebol.

O mesmo Estudo Perspicaz diz sobre idolaria, na página 364: "Praticava-se também idolatria por preparar uma mesa com alimentos e bebidas para os deuses falsos (Is 65:11), por fazer ofertas de bebidas, de bolos sacrificiais e de fumaça sacrificial (Je 7:18; 44:17) e por chorar em cerimônia religiosa (Ez 8:14)" Observem que era considerado idolatria até "chorar em cerimônia religiosa"!!!

Muitos irmãos que vivem de vida dupla acham que coisas simples como ir à uma festa de aniversário, ou participar de festejos de São João ou de festas oferecidas pelo trabalho para confraternização de Natal ou Ano Novo, é algo inofensivo. "Pecado? Mas eu não fiz nada, não fiquei com ninguém", talvez imaginem. Mas não é! Às vezes numa comissão judicativa uma fornicação é até perdoável, mas a frequência numa festa feita com objetivos religiosos de adorar outros deuses, não! Isso é idolatria!!!

1 Cor. 10:14; 1 Te. 1:9; 1 João 5:21.


.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

LYKKE LI

Os filmes da saga Crepúsculo até que não foram totalmente ruins, apesar de tudo teve uma trilha sonora legalzinha que reuniu muita gente boa. Na trilha de LUA NOVA descobri Lykke Li que canta a música mais linda e mais triste do filme "Possibility". A música é tão triste que certo dia quando ouvia, precisei tomar anti-depressivo. Exageros á parte, vale à pena conhecer o trabalho dessa menina.





Fui em busca de outras canções e acabei me surpreendendo com uma seleção de músicas fantásticas. Nascida em Estocolmo, Suécia, e embora tenha mudado para os Estados Unidos aos 19 anos, foi somente ao retornar à sua terra natal que conseguiu produzir seu primeiro álbum "Youth Novels". O reconhecimento na billboard veio quando o rapper Kenye West a convidou para um dueto na canção "Gifted".

Likke Li tem um estilo que por não ser identificável chamam de "Indie Rock". Com canções que abusam das melodias que grudam no ouvido e batidas eletrônicas, o destaque é para sua voz suave e encantadora.

Todas as canções são lindas, e fica difícil destacar algumas, mas posso indicar "Evereybody but me", "Hanging High", "Dance, dance, dance" e "I´m good, I´m gone".

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

EPÍLOGO

Saudades! Sim...talvez...e porque não?
Nosso sonho foi tão alto e forte
Que bem achara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!

Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente despertar,
Mais doidamente me lembrar de ti!


E quem dera que não fosse sempre assim:
Quanto menos tento recordar
Mais a saudade andasse presa a mim!

Esquecer! Sim..., mas ah! como é vão!
Que tudo isso, não importe.
Se Deus deixou beleza que conforte.
Deixo te livre, à minha sorte.

Agora me despeço, enfim
Que o amor, refloresça em ti.
Sobre apenas, bons momentos.
E que sejas merecidamente feliz!

Ah, Amor, e um dia de mim lembrarás.
De um coração que partido em erros.
Nunca, por ti, de bater, deixarás.

sábado, 6 de novembro de 2010

3D - JEOVÁ CRIOU PRIMEIRO




Eu tinha apenas 8 anos quando ouvi falar pela primeira vez na tecnologia 3D. Foi no lançamento no Brasil em 1983 do Filme “Tubarão 3D”. (Na verdade o filme é de 1975, mas como ainda acontece hoje, as coisas chegavam ao Brasil com atraso). O problema é que na época, ninguém no Brasil podia ver, porque nossos cinemas não possuíam projetores para tal. Porém, mesmo se vissem, ficariam extasiados por pouco mais de 5 segundos, tempo em que a única cena do filme foi feita em formato tridimensional.

Naquela época era assim. Aliás, o primeiro filme em 3D foi lançado em 1953, o terror “A Casa de Cera” aonde assim como Tubarão, o 3D aparecia apenas umas duas vezes no filme. As pessoas naquela época não se empolgaram, assim como os que foram assistir “Tubarão III” e logo a novidade caiu em desuso.

Se a tecnologia tem que agradecer a alguém pelo seu ressurgimento, ela agradeça à pirataria. Cansados de dar murro em ponta de faca, tentando combatê-la inutilmente, os produtores resolveram fazer algo que os “piratas” não pudessem copiar. Com isso surgiu a renovação da tecnologia e os filmes tridimensionais voltaram com força, principalmente depois que James Cameron, com o seu “Avatar” criou um câmera especial capaz de filmar todo o ambiente em formato tridimensional. Pronto, hoje o 3D veio para ficar, virou modinha, e muitos especialistas apostam que o futuro será tridimensional – infelizmente.

Como funciona a tecnologia 3D?

Na verdade, nós já enxergamos em 3D. Jeová criou essa tecnologia há mais de 6 mil anos. Olhe para um ponto fixo, um objeto. Feche um olho, o esquerdo primeiro e depois abra, fechando o direito. Observou que a figura muda de posição em cada olho? Essa brincadeira que fazemos desde criança explica a tecnologia 3D. Nossos olhos possui uma distancia média de 7cm, e por isso, cada um enxerga sob um ponto de vista diferente. O que o nosso cérebro faz? Capta a imagem dos dois olhos, calcula a altura, o comprimento e a profundidade, funde em uma única visão tridimensional. Se não pudéssemos enxergar em 3D, jamais poderíamos fazer coisas simples como pegar um copo, ou diferenciar a distancia de um objeto do outro ou a profundidade de um buraco.

A “Tecnologia 3D” empregada em imagens e filmes, nada mais é do que uma forma de enganar o cérebro, fazendo com que enxerguemos figuras 2D em formato 3D. Em termos bem simples, funciona assim: um filme é gravado com duas câmeras 2D dispostas cerca de 7cm da outra. Depois de gravados, um editor junta as duas imagens em uma só projeção, dando aquela impressão de embaçamento quando visto sem os óculos. Isso porque você está vendo realmente duas imagens. É aí que entram os óculos: eles utilizam um filtro que faz com que as duas imagens sejam sobreposta para cada um dos seus olhos, dando a visão de profundidade captada pelo seu cérebro. Na verdade o que a tecnologia faz é dar a uma imagem 2D a impressão de 3D.

Pessoas que enxergam com apenas um olho, dificilmente consegue desfrutar dessa tecnologia.

Malefícios do 3D

Como tudo na vida, o abuso pode ser perigoso e traz malefícios. Muitas pessoas reclamam de sentir dores de cabeça e/ou tonturas ao assistir filmes em 3D. Isso ocorre porque embora a imagem seja filtrada pelos óculos, mas o cérebro, que não é burro (sic), sabe o que está ocorrendo e precisa fazer um esforço dobrado para processar a imagem e transmitir para o seu consciente. Isso demanda mais sangue no cérebro, demanda mais atividade e a pressão sanguínea faz com que sinta os efeitos disso. É muito comum isso acontecer em quem possui míopia ou astigmatismos, uma vez que o deslocamento da imagem gerada pela retina, faz com que o cérebro precise trabalhar mais para focar a imagem.

E nunca é demais explicar, que os óculos oferecidos pelos cinemas, foram usados por centenas de pessoas anteriormente. Muitas delas com doenças como conjuntivite, catarata, glaucoma. Como você não pode confiar na limpeza feita pelos empregados desses estabelecimentos, o melhor mesmo seria comprar um óculos 3D (que custam cerca de R$ 20,00) ou levar um pano umedecido com álcool para você fazer a sua própria limpeza antes de usar.

Levando gato por lebre

Você foi assistir “Fúria de Titãs 3D” e não percebeu nada tridimensional? Assistiu “Alice no país da maravilhas 3D” e se sentiu no meio do samba do chapeleiro louco? Cuidado, você levou um gato por lebre. Existe uma diferença entre filmes que foram feitos no formato 3D e filmes que foram transformados em 3D. No primeiro, como já expliquei, ele é inteiramente filmado com duas câmaras que dá uma visão de profundidade típica dos filmes tridimensionais.

Se você assistiu “Avatar” ou “Resident Evil 4”, observará que não se trata apenas de objetos que voam em sua frente, mas todo o cenário possui uma profundidade tão fantástica que você tem a impressão de que está dentro do filme. Isso é graças a uma tecnologia criada por James Cameron, cujo equipamento é caríssimo, é difícil de se manejar, e como o custo de produção é grande, muitos estúdios de Hollywood evitam investir, preferindo filmar em 2D e depois sobrepondo a imagem em 3D na edição.

A maioria dos filmes anunciados como 3D, na verdade foram filmes editados posteriormente, que nem sempre o resultado sai satisfatório. Mas como para o público comum, o que vale é a novidade, muitos acabam desembolsado um dinheiro a mais, para serem enganados.


Nem todo mundo admira o 3D

Apesar do sucesso de público, muitos diretores autorais resistem ao 3D. Christopher Nolan foi um dos que travou uma briga com a Warner Bros, que queria que ele filmasse “A Origem” em formato tridimensional. Na visão dele, o 3D serve como brinquedinho de criança, para divertir em casos de desenhos animados ou filmes infantis, mas que no caso de filmes autorais, a tecnologia acaba mudando o foco que deveria ser dado para o roteiro, para a fotografia, edição de imagens e a direção do filme.

Muitos outros diretores pensam o mesmo. Tim Burton tentou até o último momento impedir que “Alice no país das Maravilhas” fosse transformado em 3D, e credita o resultado ruim da transformação ao Estúdio (embora “Alice” tenha feito um enorme sucesso de bilheteria). M. Night Shymalan quase foi afastado da direção de “O Último Mestre do Ar’ por também não concordar na transformação do filme no formato 3D.

Ver objetos voando na frente da tela é legal, e se você acha que vale à pena gastar R$ 25,00 por isso, fica à seu critério. Mas antes de assistir a um filme em 3D, pesquise nos sites especializado se ele realmente foi filmado nesse formato. Não leve gato por lebre.

E lembre-se, enxergar figuras e imagens em 3D só é possível graças a tecnologia milenar empregada por nosso Deus maravilhoso. - Salmo 139:14.

.